Publicado em: 12/12/2009

Sacudir o bebê? Nunca!

Quem nunca sacudiu seu bebê afim de confortá-lo e acalmá-lo na hora do choro? Pois é, e por incrível que pareça esse é um hábito que pode levar o bebê a óbito e a lesões irreversíveis segundo o Dr. James King, pediatra no Hospital Infantil do Leste de Ontário, Canadá.

 Sacudir o bebê pode fazer com que ele tenha um súbito movimento de chicote (cervical). Esse movimento “pode provocar hemorragia craniana e aumento da pressão do cérebro, o que poderia despedaçá-lo”, diz o jornal Toronto Star. Visto que os músculos do bebê não estão totalmente desenvolvidos e o tecido cerebral é excepcionalmente frágil, “sacudir o bebê por apenas alguns instantes pode prejudicá-lo para a vida toda. As lesões podem abranger inchaço e paralisia cerebral, retardamento mental, atraso no desenvolvimento físico, cegueira, perda de audição, paralisia e morte”. O Dr. James King, pesquisou sobre os efeitos de sacudir bebês. Segundo ele, o público precisa ser orientado porque, em muitos casos, as lesões não são perceptíveis e o bebê pode ser diagnosticado com uma gripe ou uma doença viral. “A informação de que nunca se deve sacudir um bebê precisa ser amplamente divulgada”, comenta o Dr. King. “Os pais que tiveram bebês há pouco tempo precisam saber disso.”

 

 

 

 

 

 

Abaixo, disponibilizo na íntegra um vídeo da campanha Shaken baby syndrome ou Síndrome do bebê sacudido.


Publicado em: 13/11/2009

Baby’s Bottle, Uma Mamadeira com Indicador de Temperatura

 

A mamadeira Baby’s Bottle é conceito criado pelos designers Hung Cheng, Tzu-Yu Huang, Tzu-Wei Wang e Yu-Wei Xiang para uma garrafa com gráficos impressos com tinta termocromática que mudariam de cor e forma indicando se a temperatura está na medida exata ou quente demais, o que pode ser um grande problema.

Até que é uma idéia interessante para papais preocupados, mas infelizmente a Baby Bottle ainda é um conceito e não está a venda.

Publicado em: 06/11/2009

CryTranslator: aplicativo p/ iPhone que traduz o choro do bebê

O iPhone lançou um novo aplicativo que possibilita  a interpretação do choro dos bebês em apenas dez segundos.

A criação de uma empresa espanhola é capaz de dizer aos pais se o bebê está com fome, com sono, chateado, estressado ou incomodado, diz seus inventores.

De acordo com os criadores do Cry Translator, em testes realizados o programa alcançou o índice de 96% de acerto.

Após identificar os motivos do choro, o aplicativo também dá uma série de dicas de como responder às necessidades da criança.

O software está sendo vendido por US$ 29,99 (aproximadamente R$ 52), com preço promocional de US$ 9,99 (cerca de R$ 17) para compras realizadas até o dia 11.

Publicado em: 05/11/2009

Ele chegou!

 

Olá gente, enfim a cegonha entregou nossa preciosa encomenda! O Gabrielzinho nasceu às 22:48, do dia 04/11, pesando 2,955 kg, com 48cm, saudável e super esperto.

Desde já agradeço a todos os leitores que acompanharam e torceram com a gente durante todo esse período.

Vlwwwww!

Papai Cegonha

Publicado em: 26/10/2009

Cinto para grávidas toca música para bebê

 

Muita gente acredita que os bebês que escutam música quando ainda estão dentro da barriga da mãe desenvolvem melhor suas habilidades linguísticas, de audição, visão e motoras quando nascem. Foi essa crença que inspirou a criação do Lullabelly, um cinto para ser usado pela mãe sob ou sobre as roupas, que traz uma caixa de som embutida e pode ser conectado a MP3 players. Dessa forma, fica mais fácil fazer com que seu bebê ouça música, não importa onde você esteja.

O produto tem controle de volume, bem como um bolso para guardar o player. Outra notícia que as mamães vão gostar de saber é que o Lullabelly pode ser lavado na máquina, para isso, basta retirar a caixa de som embutida.

O Lullabelly está disponível em três cores: rosa, verde ou azul com bolinhas brancas, e pode ser adquirido diretamente no site, por US$55.

Publicado em: 22/09/2009

Música clássica para bebês

 

Ainda não foi comprovado cientificamente os benefícios da música clássica na gravidez. Entretanto, difícil é encontrar uma mãe que nunca colocou o fone de ouvido junto à barriga na expectativa de, quem sabe, estimular o bebê intelectualmente com as melodias de Mozart e Bach. É lógico que eu me incluo neste grupo de mães.

Quando soube que estava grávida, comprei CDs de música clássica para bebês e, às vezes, colocava o tal fone na minha barriga. Uma amiga, mãe de três crianças, havia me dito que o bebê recordaria a melodia depois de nascer. Assim, todas às vezes que ele chorasse, eu poderia colocar a música para acalmá-lo. Foi assim com ela.

Seu segundo filho, Jack, é extremamente auditivo. Desde recém-nascido ele sempre amou qualquer tipo de música, incluindo canções de igreja. Até os dois anos, seu DVD favorito era Baby Mozart, cujas músicas foram reorquestradas especialmente para os ouvidos dos bebês.

Obviamente, as imagens coloridas o estimulavam bastante, mas era evidente o seu fascínio pela música. Tanto que sua irmã McClain, apenas um ano mais nova, não demonstrou o mesmo interesse pelo DVD. Assim como ela, meu filho também não se interessou muito.

Lembro que Jack balançava a cabeça de acordo com o ritmo da música e, na minha ingenuidade, esperava algo semelhante de Tomás. Mas ao contrário de Jack, ele é mais visual, observador. Perceber a diferança entre uma criança auditiva e visual foi importante no sentido de eu não me frustrar diante do desinteresse do meu filho pela música.

Hoje busco outros recursos para estiumulá-lo. Mas isso não significa que desisti completamente da música. Enquanto ele brinca, coloco o CD Baby Mozart baixinho... para que ele aprenda a apreciar, aos poucos, melodias de qualidade.

Sueli Sueshi
Jornalista e Mãe



Achei alguns álbuns bem interessantes da série Lullaby Classics: Baby Einstein, Baby Beethoven e Baby Bach.

 

Publicado em: 01/09/2009

Papai Nerd

Até que ponto chega um pai Nerd....kkkkkkkk

Publicado em: 19/08/2009

Ultrassom 4D

Olá papais e mamães!

Estou um pouco afastado do blog, devido a falta de tempo, por isso tenho postado com pouca frequência. Mas sempre que possível postarei novidades.
Nessa semana, após a 1a tentativa do ultrassom 4D, enfim, conseguimos algumas poses legais do Gabrielzinho dentro da barriga da mamãe.

Seguem as imagens:

  

Publicado em: 16/07/2009

Gripe suína e a gravidez

 Uma forte gripe ou "gripe A" (ainda não saiu o resultado do exame) me afastou por um tempo do blog e das minhas atividades normais.
No dia 26 de Junho tive contato com uma pessoa que veio do Texas e, a partir daí comecei a apresentar os sintomas, que são os mesmos de uma forte gripe: febre, irritação na garganta, dores nas juntas, uma forte dor de cabeça e dor nos olhos. Fui encaminhado até o hospital da cidade e fiz os exames p/ diagnosticar se era ou não a gripe A.
Fiquei em isolamento domiciliar durante 7 dias, e dentro desse período, a Vigilância Epidemiológica entrou em contato comigo e passei a seguir algumas orientações de rotina: comer em pratos e talheres separados, dormir em quarto separado, utilizar máscara, lavar bem as mãos e procurar ficar em casa durante esses 7 dias.
Mas além de todo o encômodo da gripe que senti, minha grande preocupação era com minha esposa grávida de 6 meses. Durante todos esses dias dormimos em quartos separados, ela também adotou o uso da máscara e pouco tivemos contato.
Graças a Deus, hoje estou bem, os sintomas se foram e minha esposa não apresentou o mesmo quadro que eu.
Pensando nesse risco e passando por um susto desses, pesquisei algumas informações na rede e postei logo abaixo.



A gripe suína é mais perigosa em grávidas?

O vírus da gripe tecnicamente conhecida como influenza A H1N1 é tão novo em seres humanos que os especialistas de todo o mundo ainda não têm dados concretos suficientes para determinar com certeza quem corre mais risco de desenvolver complicações por causa da doença.

O que se sabe é que algumas mulheres grávidas morreram durante a pandemia da doença e que gestantes integram o grupo de risco maior de ter complicações decorrentes de gripes em geral.

Há relatos de mais mortes relacionadas a gripe entre grávidas, de mais abortos espontâneos e de mais partos prematuros seguindo-se às pandemias de 1918-1919 (gripe que ficou conhecida como gripe espanhola) e de 1957-1958.

Não haviam sido registrados casos de malformação em bebês com a gripe H1N1. O risco maior é para a saúde da mulher. Mas, se a mãe não estiver bem, o bebê acaba sofrendo também.

Diante disso, autoridades sanitárias internacionais e do Ministério da Saúde do Brasil partem do princípio de que as gestantes, assim como idosos e crianças, têm mais chances de complicações devido à gripe suína, e tomam cuidados especiais no tratamento.

Que tipo de complicação pode ocorrer?


É importante lembrar que uma gripe na gravidez não é sinônimo de que mãe ou bebê estejam imediatamente sob risco. Muitas mulheres que pegam gripes acabam não tendo nenhum problema, fora os desconfortos já conhecidos, como tosse, febre e mal estar. Porém, estatisticamente falando, grávidas têm sim maior probabilidade de apresentar um caso mais grave de gripe do que pessoas em geral.

Durante a gravidez, um quadro de gripe pode piorar rapidamente e ser complicado ainda mais por infecções como uma pneumonia.



Tem algum jeito de evitar a gripe suína?

Infelizmente a vacina p/ o H1N1 ainda não está disponível, que provoca a chamada gripe suína, mas simples medidas de higiene podem ajudar.

São elas:

• Lave as mãos com frequência, principalmente antes das refeições. O ideal é usar água morna e sabonete. Esfregue os dois lados das mãos por ao menos 15 segundos e enxágue com bastante água. Quando não tiver acesso a água e sabão na hora, carregue com você um gel anti-séptico para as mãos à base de álcool, ou então lenços umedecidos.

• Evite colocar as mãos no nariz, olhos ou boca. Você pode até achar que suas mãos estão limpas, mas, se elas encostaram em uma maçaneta, xícara ou porta de geladeira ou banheiro que alguém contaminado tocou, o vírus pode ter sido passado para suas mãos e contaminá-la.

• Vírus e bactérias podem sobreviver por duas horas ou mais em superfícies como torneiras ou telefones. Por isso, lavar as mãos com frequência é uma medida que ajuda a evitar infecções de um modo geral.

• Não beije ou cumprimente com as mãos pessoas gripadas. Se não tiver jeito mesmo, lave bem as mãos logo depois.

• Abra todos os dias as janelas de casa e mantenha os ambientes bem arejados.

• Evite multidões e locais com concentração de pessoas, especialmente os fechados (isso vale para o transporte público, principalmente em áreas afetadas). Se trabalhar em locais fechados, peça para que as janelas sejam abertas e procure ficar perto delas, no lugar mais ventilado do ambiente.

• Evite viajar para áreas sabidamente afetadas.

• Não tussa ou espirre em suas mãos, porque elas ficam então cobertas de vírus, que pode ser facilmente espalhado para outras pessoas. A recomendação é cobrir o nariz e a boca com papel higiênico ou lenço de papel ao espirrar ou tossir e depois jogá-los fora. Se não tiver um papel descartável à mão, cubra sua boca com o braço e espirre na manga. Muitos especialistas até acham esse método melhor que o papel, porque só de segurá-lo pode haver contaminação das mãos.

• Depois de tossir ou espirrar, lave bem as mãos ou as limpe com gel anti-séptico à base de álcool ou com lenços umedecidos.


Como vou saber se estou com a gripe H1N1, ou suína?

Os sintomas são bem parecidos com o de qualquer gripe, como febre alta repentina (acima de 38 graus), tosse, cansaço e dores de cabeça, musculares e nas juntas. Ela pode provocar ainda forte dor abdominal, diarreia e vômitos.

A coriza, por outro lado, tende a ser menos intensa, porém isso é algo difícil de se avaliar concretamente.

Se você estiver com sintomas de gripe, principalmente no inverno, lembre-se de que é muito mais provável que esteja com a gripe comum, não a suína. Mas fale com o médico mesmo assim.

Assim como uma gripe comum, a gripe A/H1N1 afeta cada pessoa de um jeito diferente. Em alguns casos os sintomas podem ser bem leves, enquanto em outros mais sérios e até perigosos. Na dúvida, procure seu médico ou um posto de saúde para uma avaliação. Se houver suspeita de gripe suína e se seu caso for considerado preocupante, serão feitos exames para confirmação em algum dos laboratórios de referência indicados pelo governo brasileiro.

Se você tiver mantido contato com algum portador do vírus, não se desespere. Existe grande chance de você não apresentar a doença. Observe bem seu organismo e, se tiver algum sintoma, entre em contato com o obstetra.


Como é o tratamento para uma grávida?

Grande parte dos casos da gripe A/H1N1 está sendo tratado em casa mesmo, com aqueles cuidados tradicionais para qualquer outra gripe, como bastante repouso, boa alimentação e as medidas de higiene descritas acima para evitar contágio a outras pessoas.

Mulheres grávidas, no entanto, ficam com o sistema imunológico ligeiramente enfraquecido devido à gestação e precisam de mais atenção, por isso devem falar com o médico imediatamente se sentirem qualquer coisa diferente.

O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos vem recomendando que mulheres grávidas, mesmo que só com suspeita da gripe suína, tomem remédios antivirais, já que neste caso, segundo o órgão, os benefícios superariam os possíveis riscos (não há estudos sobre a segurança dos antivirais na gestação e seus efeitos no desenvolvimento do feto).

É fundamental, porém, lembrar que nenhum medicamento pode ser tomado sem recomendação médica específica e acompanhamento.

Se estiver com suspeita da doença, você deve evitar ao máximo o contato com outras pessoas, pois as autoridades estão tentando evitar que o vírus se espalhe. Fique em casa quietinha e siga as orientações do médico.


É preciso evitar viagens para não pegar a gripe?

O Ministério da Saúde aconselha que, se possível, mulheres grávidas adiem viagens a áreas onde há casos da doença, devido ao maior risco de complicações. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), Estados Unidos, México, Canadá, Austrália, Chile e Argentina são países com transmissão sustentada da doença, ou seja, transmissão contínua do vírus H1N1.

Ainda não há vacina disponível contra a gripe A/H1N1, e a vacina contra gripe comum, embora seja recomendada para grávidas, não protege contra esse novo tipo de influenza.

Como as informações sobre o assunto mudam rapidamente, para saber detalhes e recomendações atualizados sobre a gripe A/H1N1 nas diferentes regiões do Brasil e em outros países, acesse o site do Ministério da Saúde. Você também pode ligar para o Disque-Saúde (tel. 0800 61 1997).

Publicado em: 05/07/2009

Estereolitografia transforma imagens de ultrassom em ‘bonecos’ de resina

Quando o ultrassom 3D foi criado, alguns anos atrás, pensava-se que não haveria um método mais eficiente para observar os fetos durante a gestação. Na última semana, um brasileiro apresentou no Royal College of Art, em Londres, uma técnica de “impressão de bebês” em resina.

O carioca Jorge Roberto Lopes dos Santos, designer e pesquisador do Ministério da Ciência e Tecnologia, desenvolveu o projeto que une outras técnicas de imagem pré-natal, como ultrassom e tomografia computadorizada, com a estereolitografia, muito utilizada na mecânica e na engenharia civil para a criação de protótipos físicos.

“Imagine o impacto do ‘protótipo’ de um feto de uma gestante com deficiência visual”, diz Heron Werner, especialista em medicina fetal que já utiliza o método, em carater experimental, em uma clínica no Rio de Janeiro.

O mais interessante dessa história toda é como surgiu a ideia: Werner, Lopes e Ricardo Fontes, do INT, digitalizavam peças arqueológicas do Museu Nacional, quando Werner se perguntou: “Se conseguimos isto com fósseis e múmias, por que não fetos?”. E como diz o velho ditado: “A necessidade e a curiosidade fazem o homem”.

Para mais detalhes sobre a reprodução dos fetos em resina, aconselho dar uma olhada no primeiro vídeo presente na matéria original, que mostra a estereolitografia em detalhes, e a galeria de imagens.

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