Osvaldir Castro
Participa de Confrarias, compartilhando com amigos informações enofílicas. É colaborador do Jornal Bom Dia, onde escreve,semanalmente, sobre o mundo do vinho. Como bom enófilo, diante de decisões toma o vinho. Saude!

Publicado em: 02/09/2010

Valmont

  Bodegas Chandon, da Argentina, lancou a linha Valmont em 1969. Ao longo dos anos se transformou num dos líderes de venda na Argentina. O Valmont tinto foi elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon, Malbec e Pinot Noir. Tem leve passagem por carvalho. Teor Alcoòlico de 14%. A coloraçao é de um rubi intenso, com tons violáceos. Muito brilho e transparência. Os aromas mostram fruta vermelha (framboesa, morango, cereja) e algo tutti-frutti. Na boca mostra pouco corpo, cremosidade, taninos maios e algo adocicado. Um inho jovem, sem muito potencial de guarda. Curto final frutado.Avaliaçao: 83 Pontos. Harmonizado com Ravioli à bolonhesa. 

Publicado em: 02/09/2010

Em Sáenz Peña

  Sàenz Peña è uma importante cidade da Provincia do Chaco. Histórica e bem arrumada. Havíamos tentado reservar um hotel que se dizia também balneário e cassino. E que teria sido reinaugurado em maio. Nada disso aconteceu. O hotel se encontra em reformas. E a internet nos ludibriou. Felizmente encontramos um excelente local para passarmos o resto do dia e a noite: Hotel Aconcágua. Muita cordialidade e um tratamento familiar. Depois de 450 km, com chuvas intermitentes, cumprimos o trajeto de Mercedes a Sáenz Peña. As estradas continuam impecavéis. E o pedágio custa 2,10 Pesos (1,05 Reais). Nada a ver com os assaltos dos nossos. Que inveja! Tudo fechado durante a siesta. Felizmente encontramos um belo e aconchegante restaurante aberto, o Sarava (o nome nao tem nada a ver). Lá se foi um ótimo filé ao molho de champignom harmonizado com um Don Lopes assemblage. E os três filés, com vinho e tudo custaram 90 Pesos (45 Reais). Que inveja!! Amanha partimos para La Banda, última parada antes de Cafayate.

Publicado em: 02/09/2010

Enfim, Mercedes

  Hotel  Plaza, na esquina da Chacabuco com San Martin, é um monumento histórico, em Mercedes de Corrientes. A cidade lembra os ambientes de filmes de faroeste, onde as fachadas das casas recordam os cenários. Se procurarmos, vamos encontrar alguns de nossos heróis passeano pelas ruas. Tudo muito calmo e agradável. Para chegarmos foi uma odisséia. Saimos ontem pela manha (o teclado nao tem o til, desculpe) de Santana do Livramento. Muita chuva por todo o trajeto (quase 650 km). Na aduana, surpreendeu a gentileza do pessoa. Em pouco tempo jà estávamos  cidadaos argentinos. As estradas tambèm surpreendem. Muito boas. E em cada barreira policial, mais gentilezas. Ninguém pedindo documento e, além de tudo, desejando boa viagem, com muita simpatia. Salud a los hermanos! A noite, uma pasta caseira â bolonhesa, acompanhada de um bom Don Valentin Lacrado. 

Publicado em: 02/09/2010

Na Jolimont

 

Publicado em: 29/08/2010

Chegamos ao final

  

O encerramento do 1o. Módulo do Programa Winemaker foi encerrado com um almoço no tradicional restaurante da serra Gaucha, o Casa di Paolo, onde o galeto “al primo canto” é imbatível. Dalí, os companheiros seguiram para Porto Alegre, onde o aeroporto estava esperando. Destino: Rio de Janeiro, São Paulo (interior e capital), Rio Grande do Sul, Paraná, Argentina e Amapá. Nós continuaremos por aquí, viajando amanhã para Santana do Livramento. E, depois, Salta nos aguarda... Um destaque especial para o trabalho da Gabriela Jornada. Tudo perfeito. E importante: os horários cumpridos à risca. O Hotel Villa Europa é um caso especial. Ainda falaremos mais dele. Atendimento e instalações nota 10! Em novembro estaremos de volta para o 2o. Módulo do Programa Winemaker. Toninho Araujo valeu o estímulo.

Publicado em: 29/08/2010

Na poda seca

  

A tarde foi de aula prática. Aprendemos no campo, num vinhedo de Merlot, que integra o Lote 43 da Miolo, como que se faz a poda seca, que será responsável pela explosão das gemas caulinares, foliares e florais.Dela vai depender boa parte da futura colheita. E lá fomos nós, de tesoura e cuia, com o Ciro e o Adriano na orientação. Imaginem as nossas mãos calejadas de professor aposentado cortando galhos de parreira...Mas foi melhor do que a espectativa. Trabalhamos a poda em cerca de 200 plantas (que ninguém venha conferir!) e nos mantivemos quase inteiros. Depois de um “exaustivo” trabalho de campo fomos conhecer as instalações da Miolo. Um passeio pelos vários setores da vinícola, desde o local da entrada das uvas até o local de despacho das garrafas. Para nós que conhecemos a Miolo ainda na “casinha” antiga, uma agradável e orgulhosa surpresa. E, cremos, também para os demais cursistas. Para completar o 2o. Dia da Jornada, fomos jantar em Garibaldi, no Primo Camilo, com harmonização da linha RAR e um espumante especial, o elaborado pela Miolo para o Galvão Bueno. Por sinal, muito bom. Comentaremos os vinhos degustados em posts futuros.

Publicado em: 29/08/2010

Um pouco de viticultura

  

Ontem a Jornada Winemaker foi de dia e noite cheios. Pela manhã, na sala de degustação da Miolo, Adriano Miolo e Ciro Pavan nos inundaram de conhecimentos: variedades de uvas, implantação de vinhedos, condições de clima e solo; estudo de tipos de solos e de tipos de controles térmicos, hidricos e de ensolação; tipos de condução das parreiras e noções de poda. Tivemos a real noção da complexidade que é a implantação de um vinhedo, com a quantidade de variáves envolvidas. Exposição clara e muitas perguntas (o que evidencia uma classe muito interessada). A manhã fechou com um almoço típico, na Osteria Mama Miolo. Está exatamente igual àquela que conhecimos há quase 40 anos. Um conjunto típico deu o tom. Aí acabava a manhã.

Publicado em: 29/08/2010

O Programa Winemaker na Miolo

  

O grupo é de 22. No comando Adriano Miolo (foto), com Gabriela Jornada na administração. É o Programa Winemaker (2a. Turma). Começou no dia 27, no auditório de Eventos do Hotel Villa Europa (o Spa do Vinho), do Vale dos Vinhedos. Na fala inicial, às 20 horas,Adriano expôs detalhes da programação. Aproveitamos para degustar um espumante da Miolo. Às 21 horas, continyuamos no Restaurante Leopoldina, para um jantar harmonizado. Na pauta: Flan de ricota com geléia de tomate e manjericão, harmonizado com um Brut Millésime da Miolo ; Risoto de bacalhau com manjericão e azeite com castanhas do Pará, harmonizado com o Cuvée Giuseppe Chardonnay; Escalope crocante de filé mignon com vol-auvent de queijo suiço e presunto cru, harmonizado com o vinho dos Winemakers da primeira turna e Mousse de queijo com sorbet de goiaba, harmonizado com um Late Harvest. O responsável pelas iguarias foi o chef Fábio Lima. Tudo perfeito!

Publicado em: 27/08/2010

Finca La Linda Malbec 2008

 

Produzido por Luigi Bosca, de Luján de Cuyo, Mendoza, o Finca La Linda Malbec 2008 foi elaborado com 100% da casta, tendo passado três meses em barricas de carvalho. Teor Alcoólico de 14%. A coloração mostra um intenso rubi, com toques violáceos, muito brilho e transparência. Os aromas apresentam frutas vermelhas especialmente cerejas e morangos, toques herbáceos e de especiarias. Leve amadeirado. Na boca as sensações olfativas se repetem, num corpo médio, estrutura fina, taninos macios e equilibrados. Leve amargor. Um longo final, com madeira fina. Avaliação: 86 Pontos. Preço: R$ 53,00. Degustado no Restaurante La Gôndola, em Ponta Grossa. Boa harmonização com carne assada.

Publicado em: 27/08/2010

Em visita à Casa Valduga

  

Na Casa Valduga fomos recebidos por João Valduga. A mesma simpatia e cortezia de sempre. Falou-nos sobre os novos projetos e, em especial, do trabalho de pesquisa que vem desenvolvendo em relação ao conhecimento dos microterroir em seus vinhedos da Encruzilhada do Sul, em parceria com a Embrapa. Um trabalho que vem propiciando o maior aproveitamento qualitativo das várias cepas, buscando retirar o que de melhor a uva pode oferecer. Mostrou-nos as caves, um grandioso projeto onde centenas de milhares de garrafas de espumantes amadurecem. E, como ninguém é de ferro, degustamos o seu excelente Espumante 130, que vem conquistando prêmios sucessivos. Dentro do projeto de enoturismo, destaque para o mais recente restaurante: o Maria Valduga. De linhas modernas, segue o padrão geral da arquitetura da Casa Valduga, além do tradicional cardápio que lembra os te´mpos da colônia. Na harmonização, um Valduga Reserva Cabernet Sauvignon 2008. Tudo perfeito!

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