Publicado em: 19/05/2012Degustação especial na Bekaa |

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Publicado em: 19/05/2012Lona e as salvaguardas |
Adolfo Lona, um dos pioneiros da produção de vinhos de qualidade no Brasil, postou em seu Blog “Vinho sem Frescuras” o comentário abaixo, em relação às salvaguardas. “ Na Serra Gaúcha são produzidos espumantes muito dignos, com características peculiares, únicos. O mercado de espumantes cresce todos os anos em média 10% e continuará crescendo muito anos porque o brasileiro ainda não descobriu as virtudes desta maravilhosa bebida. Na Serra Gaúcha aconteceu um dos maiores fenômenos de desenvolvimento regional que foi a região do Vale dos Vinhedos. Quem não se lembra das acentuadas carências que poucos anos atrás esta região tinha? Participaram desde desenvolvimento produtores pequenos como Geisse, Fracalossi, Anghebem, Valontano, Valmarino, Lidio Carraro, Pizzato entre outro tantos. Participaram produtores médios na época (agora bem mais crescidos) como Valduga e Miolo, e grandes como Aurora e Chandon. Todos deram o máximo de sim e agora desfrutam do prestígio da zona. Na Serra Gaúcha nasceram centenas de cantinas familiares, alicerce de todas as regiões produtoras famosas do mundo. Algumas cresceram rapidamente e faturam dezenas de milhões de reais anualmente. A região ficou mais bonita, ganhou hotéis estrelados, SPA, restaurantes, pousadas e a ela chegam centenas de milhares de pessoas todos os anos. Esses visitantes compram vinhos, se hospedam, se alimentam, em fim deixam seu dinheiro lá. Todas as vinícolas gaúchas como resultado da competitividade do mercado, aprimoraram a qualidade de seus produtos e ganharam reconhecimento e volume de vendas. A região da Serra se beneficiou com a saída de multinacionais como Heublein, Seagram, National Distillers e Bacardi que cumpriram a importante missão de criar as bases do desenvolvimento mas que nos últimos anos, por falta total de vocação, perderam interesse no setor. A saída delas foi o estímulo para o surgimento de muitas vinícolas familiares. Como uma prova da enorme variabilidade de climas e solos, muitos apropriados para a vitivinicultura, surgiram novas regiões produtoras como Pinheiro Machado, Encruzilhada do Sul, Livramento, Bagé, Candiota e outras mais, todas localizadas na metade sul do RS e pelo que parece são muito aptas para oferecer ao mercado vinhos tinto amáveis, elegantes, agradáveis. Ante tudo isto que aconteceu de bom no RS, porque então alguns integrantes do setor tem medo, pouca confiança na qualidade de seus produtos, pouca fé no futuro? Todo mundo sabe que um dos fatores que impedem a competitividade, em especial em preço já que qualidade existe, é a vergonhosa carga tributária que sufoca, amarra, paralisa. Porque não atacar a verdadeira razão? Porque querer sobreviver com a morte do outro? Porque não crescermos juntos? Porque não desenvolver mais rapidamente um mercado que bebe a ridícula quantidade de 1,8 litros ano habitante, dos quais mais da metade é de vinho de mesa? Porque subestimar a capacidade de reação do consumidor procurando aplicar medidas que diminuam a oferta? ´ É ingenuidade pensar que sendo menos venderemos mais. Apesar de que a consumo por habitante-ano permaneceu igual nas últimas décadas não devemos esquecer que o Brasil passou de 90 milhões de habitantes para 190 em pouco tempo. Mais que dobrou o volume comercializado. E os vinhos de outros países contribuíram para que o consumo acompanhasse o crescimento demográfico. IBRAVIN, pare com a inútil tentativa da salvaguarda e lute porMENOS: - ICM - IPI - SELO FISCAL - ST - BUROCRACIA MAIS: - PRAZO PARA PAGAR IMPOSTOS - RECURSOS PARA CAPITAL DE GIRO - RECURSOS PARA INVESTIMENTOS EM ATIVOS
O resto deixa conosco que resolvemos!!!” É para ser pensado, afinal o Lona conhece e é respeitado |
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Publicado em: 18/05/2012Evel Branco 2009 |

O Evel Branco 2009 foi elaborado cm as castas Moscatel Galego, Viosinho, Arinto e Fernão Pires, produzidas nos vinhedos da Quinta do Casal da Granja, localizado em Alijó. Teor Alcoólico de 13,5. A coloração é de um amarelo palha, com relexos verdeais, com muito brilho e transparência. Os aromas mostram frutas cítricas, abacaxi, pêra, notas florais (jasmim) e frutas em caldas. Na boca as sensações olfativas se repetem sendo acentuado o adocicado final. Acidez pontual, que lhe confere frescor. Avaliação: 86 Pontos. Preço: R$ 19,90, na Enoteca do Makro de Rio Preto. . | | |
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Publicado em: 18/05/2012Herdade do Esporão incrementa enoturismo |

A Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, Alentejo, apresentou, ontem, a sua renovada unidade de enoturismo. O projeto, agora finalizado, culmina um ciclo de investimentos de 30 milhões de euros (incluindo a Quinta dos Murças, no Douro), sendo que mais 6 milhões serão investidos até 2014. "Este é um investimento de longo prazo", destacou Jose Roquette, presidente do Conselho de Administração do Esporão. "Nestes quase 40 anos, nunca houve distribuição de dividendos (no Esporão). Sempre reinvestimos", frisou o empresário. As obras do renovado enoturismo do Esporão demoraram cerca de um ano. Restaurante, loja de vinhos e azeites, wine bar, edifício reabilitado e horta biológica são as principais apostas. Passar dos 25.000 para os 35.000 visitantes por ano, a médio prazo, é o desafio. |
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Publicado em: 18/05/2012Vinho Colonial em debate |
O Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) promove, hoje, em Bento Gonçalves, um seminário para debater o futuro do vinho artesanal no Brasil. O debate sobre a produção e a comercialização do vinho artesanal (ou vinho colonial) e outros produtos artesanais derivados da uva e do vinho é antigo, sobretudo em relação à legalização do produto e do produtor rural. A novidade recente é a apresentação de dois projetos de lei (PL 3183/2012, do deputado federal Onix Lorenzoni; e o PL 2693/2011, do deputado federal Pepe Vargas, hoje ministro do Desenvolvimento Agrário) relacionados ao tema. Entre os temas que serão debatidos, destaque para a legalização do produtor e dos produtos, a denominação dos vinhos e derivados, o volume de produção e uso de uvas de terceiros para elaboração dos produtos, a obrigatoriedade de responsabilidade técnica, o cumprimento das normas sanitárias, ambientais e trabalhistas e a tributação do produto e do produtor. Também serão tratadas questões como o estabelecimento ou não de padrões de identidade e qualidade específicos para estes produtos, a implantação do Cadastro Vitícola e Vinícola, a forma de comercialização do produto, o uso de selo fiscal e a produção por outro profissional que não um trabalhador rural.
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Publicado em: 18/05/2012Chateau Ksara Chateau 2007 |

O Chateau Ksara Chateau 2007 foi elaborado com 60% de Cabernet Sauvignon, 30% de Merlot e 10% de Petit Verdot, com passagem de 12 meses em barricas de carvalho (30% novas, 20% de 2 anos, 25% de 3 anos e 25% de 4 anos de uso) e mais 24 meses em garrafas antes da comercialização. Teor Alcoólico de 13,5%. A coloração é de um roxo intenso e brilhante. Os aromas mostram muita fruta madura, fruta seca,notas de madeira, tabaco, baunilha e algo de ervas. Na boca apresenta taninos macios, bem integrados às frutas e uma acidez fresca, Longo final com baunilha e tabaco. Avaliação: 90 Pontos. Preço: R$ 118,00, na Bekaa Delicatessen de Rio Preto. |
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Publicado em: 17/05/2012Chateau Ksara Reserve du Convent 2009 |

O Château Ksara é uma vinícola estabelecida no Vale do Bekaa, no Líbano. Fundado em 1857 pelos jesuítas, o Château Ksara desenvolveu o primeiro vinho seco no Líbano. Atualmente é vinho mais popular do Líbano, mas devido à grande imigração de libaneses no mundo todo, pode ser encontrado e adquirido em muitos países diferentes, inclusive no Brasil. O Château Ksara Reserve du Couvent 2009 foi elaborado com as castas Cabernet Sauvignon, Syrah e Cabernet Franc. Metade do mosto amadurece durante 12 meses em barrica de carvalho. Teor Alcoólico de 13%. A coloração é de um vermelho rubi intenso com muito brilho. Os aromas mostram fruta vermelha bastante evidente, compota, pimentão e discreta ponta de baunilha sobre um fundo levemente herbáceo. Na boca apresenta taninos de qualidade muito boa, corpo sustentado pela madeira e fruta integrados, acidez mediana e álcool sem exagero. UM agradável final frutado. Avaliação: 89 Pontos. Preço: R$ 70,00, na Bekaa Delicatessen de Rio Preto. |
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Publicado em: 17/05/2012Anselmann Pinot Noir 2009 |

A Família Anselmann está na viticultura desde 1126. Até 1959 produziam vinhos para venda a granel. A partir dessa data iniciou-se a produção dos vinhos finos, mantendo-se a evolução dos mesmos até a presente data. A vinícola tem em sua direção Gerd e Ralf Anselmann. São 85 hectares, com 15 variedades de brancos (destaque para a Riesling) e 10 de tintos (destaque para a Cabernet Sauvignon). De Pinot Noir, lá chamada de Spätburgunder, são 3,3%. O Anselmann Pinot Noir 2009 foi elaborado com 100% da variedade, tendo passado por barricas de carvalho francês (sem indicação de tempo). Teor alcoólico de 13,5%. A coloração é cereja, com reflexos rubis nas bordas. Os aromas destacam cereja, morango, um pouco de baunilha e leve madeira. Algo floral. Na boca mostra corpo médio, com taninos macios e acidez equilibrada. As frutas vermelhas mostram presença. O final é médio, com algo de baunilha, mais pronunciado no fundo de taça. Minha Avaliação: 88Pontos. Preço: R$ 79,40, na Bekaa Delicatessen de Rio Preto. |
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Publicado em: 17/05/2012Loosen Bros Riesling 2009 |

Dr. Loosen pertence a mesma família há mais de 200 anos. Em 1988 Ernst Loosen assumiu a propriedade e passou a dar um trato nos vinhedos com mais de 60 anos. Pratica uma agricultura biológica, usando moderadamente fertilizantes orgânicos. Esses vinhedos são considerados os melhores da Alemanha. O Loosen Bros Riesling 2009 tem uma coloração amarelo palha, com muito brilho. Teor Alcoólico de 8,5%. Os aromas são complexos, com maçã verde, limão, mineralidade (da ardósia), grapefruit e grama cortada. Na boca apresenta-se leve e adocicado (cítrico doce), com toques salinos e uma doçura residual suficiente para equilibrar a acidez. Longa permanência, com frescor. Avaliação: 90 Pontos. Preço: R$ 61,00, na Bekaa Delicatessen de Rio Preto. |
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Publicado em: 17/05/2012Gradum El Paso de Las Eras Cabernet Sauvignon 2007 |

O Gradum El Paso de Las Eras Cabernet Sauvignon 2007 foi elaborado com 100% da cepa, produzida em vinhedos (8 hectares) com mais de 30 anos de idade, na Finca Hechizo Del Plata, localizados em Cruz de Piedra, Maipú, Mendoza. Passagem durante 14 meses por carvalho francês. A coloração é de um rubi intenso e escuro, com relexos violáceos, muito brilho e transparência. Os aromas mostram frutas intensas (amora, ameixa, cereja), licor de cassis, especiarias, tabaco e azeitona preta. Na boca apresenta um corpo volumoso, com taninos intensos e equilibrados, chocolate e pimenta doce, que se mantém no final longo e persistente. Minha Avaliação: 90 Pontos. Oferecido como aquecimento, pelo Renato, na degustação da Confraria do Vinho de Rio Preto. |
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