Publicado em: 28/11/2014

Sábado na Bekaa

 

Publicado em: 28/11/2014

O rótulo do Château Mouton Rothschild 2012

 

A ilustração da safra de 2012 foi escolhida pessoalmente pela Baronesa Philippine de Rothschild, que morreu em 22 de agosto de 2014. A encomenda foi dada ao pintor e escultor catalão Miquel Barceló.

Nascido em 1957, é o criador de um universo que é ao mesmo tempo realista e onírico, um reino de cor intensa em que combinações de técnicas e materiais diferentes dão destaque marcante ao tema escolhido.

Sua obra para o Mouton 2012 revisita o emblema histórico do Château. Seus dois carneiros, simétricos e face a face, lembram que o equilíbrio e a harmonia de um grande vinho, já presente na natureza, ainda define um desafio a ser vencido pela obra de mãos humanas.

O Château Mouton Rothschild, um Premier Cru Classé, compreende 84 hectares de videiras em Pauillac, no Médoc, plantados com as variedades típicas da região: Cabernet Sauvignon (80%), Merlot (16%), Cabernet Franc (3%) e Petit Verdot (1%).

Este vinho se beneficia de condições naturais excepcionalmente favoráveis, da qualidade do solo, da posição das suas vinhas e da exposição ao sol.

Combinando um respeito pela tradição com a tecnologia mais recente, recebe meticulosa atenção desde a uva até a garrafa por parte de enólogos altamente qualificados e viticultores responsáveis por cada parcela da propriedade.

As uvas são colhidas manualmente em pequenos cestos abertos, selecionadas em mesas vibratórias e vinificadas em balseiros de carvalho, após o que o vinho é amadurecido em barricas novas de carvalho.

Em termos de clima, 2012 foi um ano de contrastes e equilíbrio. Os contrastes tomaram a forma de um inverno excepcionalmente frio e um dos verões mais secos dos últimos 50 anos.

O equilíbrio foi atingido no ciclo de crescimento: graças a uma primavera harmoniosa, o Cabernet Sauvignon floresceu e atingiu a maturação no momento ideal, permitindo que as uvas desenvolvessem açúcar e taninos concentrados.

A colheita decorreu em boas condições entre 1 e 15 de outubro. O ano de 2012 foi uma safra histórica: após três anos de obras, a nova cantina estava pronta para a primeira colheita, permitindo até mesmo uma seleção mais precisa de parcelas. O vinho transcende essas qualidades.

Quase preto, tem um brilho lindo, enquanto o nariz expressivo e complexo libera aromas de cassis e especiarias. O suntuoso ataque, com taninos finos, maduros e encorpados, revela sabores de chocolate e baunilha, e o final fresco e mineral é simplesmente esplêndido. Em sua riqueza, nobreza e perfeito equilíbrio, o Mouton Rothschild 2012 está perto de ser uma safra excepcional.

 

Fonte: ArtWine

 

 

Publicado em: 28/11/2014

Na reunião festiva da Confraria do Vinho (2)

 

Vamos aos outros  4 vinhos degustados na reunião festiva da Confraria do Vinho de São José do Rio Preto.

 

Caiarossa, está situada  no coração de Val di Cecina, na costa da Toscana. A localização do imóvel é parte de sua atração. Caiarossa, com suas sensações de luxuosidade sutil, existe desde 1998. Antes disso, havia apenas a antiga casa senhorial eo solo vermelho. O que existe hoje foi criado a partir da terra, da natureza, da história da região e da adoção de uma filosofia que combina harmoniosamente as forças da terra, uva e do homem.  Em 2004 foi adquirida por Eric Albada Jelgersma, um empresário holandês com uma grande paixão por vinho e também o proprietário do Château Giscours e Château du Tertre - dois Grand Crus classé em Margaux, Bordéus. 

Caiarossa Pergolaia 2008 – elaborado com Sangiovese (85%), Merlot (10%), Cabernet Franc (3%) e Cabernet Sauvignon (2%), com amadurecimento de 16 meses em carvalho de 2º. a 4º usos e mais 24 meses em tanques de concreto, até o engarrafamento. Teor Alcoólico de 13,5%. A coloração é de um rubi intenso e brilhante. Os aromas mostram frutas negras e vermelhas, baunilha, leve amadeirado com toque de eucalipto. Na boca apresenta um corpo médio, com taninos firmes e bem integrados ao frutado, acidez pontual. Mostra frutas secas e uma  leve adstringente. Um bom final frutado, com o toque do eucalipto. Avaliação: 91/100 Pontos.

 

Fundada em 2003 por Walter Bressia, sua esposa e seus filhos, a Bodega Bressia já é sinônimo de qualidade, considerada umas das melhores vinícolas da nova geração na Argentina. Localizada em Agrelo na região de Mendoza. Norteada pelo conceito de vinícola Boutique e Familiar, a Bressia é um projeto pequeno que tem por objetivo principal produzir vinhos da mais alta qualidade, de venda personalizada, de partidas limitadas e de produtos que recebem amor ao serem elaborados. Cada garrafa é única e, portanto, o consumidor pode desfrutar do prazer, que oferece exclusividade e singularidade de cada colheita. Walter Bressia é um dos ícones do vinho argentino. Com seu reconhecido trabalho na Nieto Senetiner, é um dos mais respeitados enólogos Mendocinos.

Bressia Profundo 2010 – elaborado com 50% Malbec, 30% Cabernet Sauvignon, 10% Merlot e 10% Syrah, com amadurecimento de 12 meses em carvalho novo francês e americano, Teor Alcoólico de 13,5%. A coloração é de um rubi intenso e brilhante. Os aromas mostram frutas negras, especiarias, chocolate, caramelo, toques florais e balsâmicos. Na boca apresenta um corpo médio, com taninos macios e bem integrados ao frutado. Longo final com o toque balsâmico se mostrando. Avaliação: 89/100 Pontos. Lembra um tradicional Bordeaux.

 

A Domaine E. Guigal foi fundada em 1946. Em  3 gerações a família Guigal se tornou conhecida por produzir uma das mais notáveis coleções de vinhos do mundo, além da enorme quantidade de vinhos de alta qualidade e a preços competitivos. É responsável  por 50% de toda a produção da AOC Condrieu e por 40% da produção de Cote Rotie. Estão presentes em todas as AOCs da região norte do Rhône . Philippe Guigal dá continuidade ao trabalho de seu pai Marcel desde 1995. Guigal é o produtor com o maior número de vinhos  com  pontuação máxima  de Robert Parker. 

L.Guigal Crozes Hermitage 2009 – elaborado com 100% Syrah,  tendo  passagem de 18 meses em barricas de carvalho francês. Teor Alcoólico de 13%. A coloração é de um rubi intenso e profundo, com ótimo brilho. Os aromas mostram  morango, amora, cereja, alcaçuz e toques de baunilha. Na boca apresenta um bom corpo, repetindo as sensações do olfato ,com taninos refinados e bem integrados. Acidez pontual e muito equilíbrio. Longo final com o toque de alcaçuz se mostrando. Avaliação: 91/100 Pontos.

 

Localizado perto da Igreja de Lalande de Pomerol, construído no século XII pelos Hospitaleiros de S. João de Jerusalém, Cavaleiros de Malta, o Château PERRON é uma das propriedades mais antigas do município. No coração de Lalande de Pomerol, o  Castelo PERRON cobre 23 hectares de vinhas. Château PERRON é propriedade da família Massonie há três gerações. Desde 1958, dirigem o chateau Massonie Auguste e seu filho Michel-Pierre MASSONIE .

Château Pierrefitte 2009- é o segundo vinho do Château Perron, elaborado com as castas Oseleta, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, com amadurecimento de 12 meses em carvalho e afinamento em cubas de cimento, antes do engarrafamento. Teor Alcoólico de 13%. A coloração é de um rubi intenso e brilhante. Os aromas mostram complexidade com framboesa, cereja, amora, toques florais e leve baunilha. Na boca as sensações do olfato se repetem, num bom corpo, taninos suaves e bem integrados e leve adstringência. Longo final frutado e floral. Avaliação: 90/100 Pontos. Produzido com assessoria de Michel Rolland.

 

 

Publicado em: 27/11/2014

Na reunião festiva da Confraria do Vinho

 

Vamos aos primeiros 5 vinhos degustados na reunião festiva da Confraria do Vinho de São José do Rio Preto:

 

La Brancaia está  localizada na Zona de Chianti Classico em  Morelino di Scansano  desde 1998, possui também vinhedos em Maremma, Martin Kronnenberg e Barbara Kronnenberg-Widmer administram a propriedade desde 2002. Ele é o responsável por sua gestão e pela distribuição mundial dos produtos. Barbara se ocupa da produção, assessorada pelo renomado Carlo Ferrini. Hoje Brancaia é considerada uma das empresas mais importantes da Toscana e, anualmente, recebe prêmios de prestígio a nível nacional e internacional. Seus vinhos são distribuídos com sucesso em todo o mundo. 

Brancaia Chianti Classico Riserva 2010 - é produzido com 80% Sangiovese e 20% Merlot com amadurecimednto de 16 meses em barricas de carvalho e mais 8 meses em garrafa. Teor Alcoólico de 14%. A coloração é de um rubi intenso com reflexos violáceos. Os aromas mostram ameixa, amora, especiarias e um toque de mineral. Na boca as sensações do olfato se repetem, num bom corpo, com taninos bem integrados e a mineralidade se destacando. Um longo final com fruta e mineral. Avaliação: 91/100 Pontos.

 

Domaine L'Or de linha é uma nova domaine em Chateauneuf du Pape. Foi criada quando os proprietários da  Domaine Saint Benoit se separaram e criaram seus próprios vinhedos. Isso levou à formação da Domaine L'Or de Line pela reunião das famílias Jacumin e Courtil e a criação da Domaine le 3 Cellier, que foi fundada pela Cellier.  Domaine L'Or de linha possui 9 hectares de vinhas na denominação Chateauneuf du Pape, sendo que  7,4 hectares são utilizados para o plantio de uvas  para produção de vinho tinto e os restantes 1,6 hectares são usados para produzir brancos Chateauneuf du Pape.  Grenache é produzida em  vinhas com mais de 75 anos de idade. A partir de 2009, Domaine L'Or de Line começou utilizar apenas técnicas de agricultura orgânica. F oi certificada Agricultura Biológica em 2012.

Domaine L’Or de Line Chateauneuf-du-Pape 2010 – elaborado com  Grenache, Mourvèdre e Syrah. São utilizadas alternadamente duas técnicas de extração suaves para concentrar o melhor da safra. Metade do vinho amadurece oito meses em barris de carvalho e a outra metade em “cuvée”. Teor Alcoólico de  14%.  A coloração é de um  vermelho-rubi com reflexo violáceo brilhante. Os aromas são complexos mostrando cereja, amora, notas terrosas e tostadas. Na boca apresenta um bom corpo com taninos finos, flexíveis,, com sutis notas de café torrado e baunilha. Vinho elegante, com uma bela intensidade e acidez pontual. Longo funal com frutado, café e baunilha.  Avaliação: 90/100 Pontos.

 

A Delas Frères é uma vinícola de tradição e renovação. Fundada há 160 anos, no coração do Rhône norte, ela teve sua energia renovada sob a administração da Maison Louis Roederer, fabricante do magnífico Champagne Cristal. O resultado dessa parceria pode ser visto nos grandes vinhos produzidos desde então. Delas Frères opera 30 hectares de vinhas, distribuídos por 10 hectares no Hermitage, 2 hectares no São José AOC e 18 hectares no Crozes-Hermitage. Os variados tipos de terreno e microclimas da região conferem particularidades únicas a estes vinhos e, em uma safra tão especial quanto esta, o resultado foi a perfeição, onde o Delas Hermitage Les Bessards 2009 obteve o score perfeito, 100 pontos na mais recente avaliação de Robert Parker.

Delas Frères Crozes Hermitage des Grands Chemins 2011 – elaborado com 100% Syrah, com amadurecimento de 14 meses em barricas de carvalho. Teor Alcoólico de 14%. A coloração é de um granada intenso, com muito brilho. Os aromas mostram cereja, amora, groselha, toques de fumo e alcaçuz. Na boca apresenta um bom corpo, com taninos firmes e bem integrados ao frutado. Muito equilibrado. Um agradável final frutado. Avaliação: 90/100 Pontos.

 

A Hess Family Estates é um grupo suiço que se dedica a produzir vinhos em 4 continentes. Sempre em busca dos terroirs perfeitos, o grupo busca produzir o estilo de vinho que melhor se adapta a cada região. Para isto ela busca sempre os melhores enólogos e sempre mantém qualidade sobre quantidade, usando a famosa precisão suiça na elaboração de ótimos rótulos. São sete adegas localizadas na Argentina (Amalaya, Colomé), Estados Unidos (Napa, Sonoma, Russian River), Austrália (Peter Lehman)e África do Sul (Glen Carlou).

Sequana Santa Lucia Highlands Pinot Noir 2009 – elaborado com 100% de Pinot Noir, a partir de vinhedos de 10 anos, com amadurecimento de 11 meses em barricas de carvalho francês (40% novas) sobre as lias. Teor Alcoólico de 15%. A coloração é de um rubi brilhante com reflexos granada. Os aromas mostram frutas intensas (morango, framboesa, cereja) , especiarias finas, toque floral e leve tostado. Na boca as sensações do olfato se repetem, com os taninos suaves e bem integrados. Bastante equilibrado. Leve amargor e acidez pontual. Um agradável final, com o frutado  se mostrando. Avaliação: 93/100 Pontos.

 

Em 1538, a princesa Margherita da Áustria casou-se com o príncipe Farnese e, ao visitarem a cidade de Ortona, ficaram encantados com o lugar e o clima. Decidiram, então, dedicar-se à produção de vinhos finos que logo estariam presentes nas cortes européias. Em reconhecimento a essa fama, o nome foi conservado até hoje. Seus vinhos são produzidos para agradar o cliente internacional: 90% são exportados, sempre com excelente custo-benefício.A Vini Farnese possui vinhedos em duas regiões. Possibilitando a extração do melhor de cada uva combinada aos diferentes terroirs. Montepulciano, Primitivo, Sangiovese, Negroamaro e Malvasia Nera são uvas que exemplificam bem este ótimo aproveitamento das diferenças entre a região de Abruzzo e Puglia.

Vini Farnese Edizione Cinque Autoctoni 2010 – elaborado com 33% Montepulciano, 30% Primitivo, 25% Sangiovese, 5% Malvasia Nera e 7% Negroamaro, com amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho. Teor Alcoólico de 14,6%. A coloração é de um rubi intenso, com reflexos granada e muito brilho. Os aromas mostram frutas vermelhas, sutis notas de tabaco, canela, cravo, cacau, alcaçuz e chocolate. Na boca apresenta um bom corpo, com taninos suaves, bem integrados e uma adstringência acentuada. Bom final com frutas e chocolate. Avaliação: 88/100 Pontos.

 

Publicado em: 27/11/2014

Noite festiva na Confraria do Vinho

 

A Confraria do Vinho de São José do Rio Preto realizou, na noite de ontem, a sua reunião festiva de final de ano, com as esposas. Foi no Restaurante L’Osteria.  Presentes: Achiles Abelaira (Bahia), Ângelo Maset, Oswaldo Greco, Waldir Tognolla,   Osvaldir Castro, Renato Silva (Rita), Beto Lorga (Ana Maria), Edilberto, e Valdecir Tadei (Lucia).

Começou com os espumantes Chandon Baron B Extra Brut e Chandon Demi-Sec (escolha do Osvaldir), para o brinde geral e um brinde em homenagem ao Francisco De Luca. Seguiu-se com os vinhos trazidos pelos confrades: Pergolaia 2008(Tognolla), Bressia Profundo 2010 (Osvaldir), Domaine l’Or Chateauneuf-du-Papoe 2010 (Achiles),  Fernesi Cinque Edicione 2010 (Greco), L Guigal Crozes Hermitage 2009(Lorga), Brancaia 2010 (Ângelo), Sequana Pinot Noir 2009  (Renato), Chateau Pierre Fitte 2009 (Valdecir) e Domaine Des Grands Chemins Crozes Hermitage 2911 (Edilberto). Uma noitada de excelentes vinhos, acompanhados de  uma gastronomia ótima, comandada pelo Tiago, do L’Osteria.

Falaremos dos vinhos nos próximos posts. Valeu!

 

 

Publicado em: 25/11/2014

São Paulo recebe o 12º Annual Wines of Chile Awards

 

Começou hoje, em São Paulo, o 12º Annual Wines of Chile Awards (AWoCA), o mais importante concurso da indústria de vinhos chilena. É  uma edição histórica: pela primeira vez a prova será realizada fora do Chile e o Brasil foi o país escolhido para receber as mais de 600 amostras inscritas no concurso. 

“Foi uma decisão estratégica para a Wines of Chile, considerando a importância do setor brasileiro para nossa indústria. Representamos quase metade do mercado de vinhos importados no Brasil, que ocupa a 5ª posição no ranking de nossas exportações. Quando decidimos levar o AWoCA para fora do Chile, o Brasil foi uma escolha natural”, revela Claudio Cilvetimanaging directorda WOC. Durante a última semana de novembro, os jurados ficarão imersos degustando às cegas tintos, brancos, espumantes e rosés do Chile, que é reconhecido pela qualidade e diversidade de terroirse de rótulos.  

Na edição 2014 do AWoCA, 12 especialistas brasileiros serão responsáveis pela escolha dos 15 melhores vinhos chilenos: Carlos Cabral (grupo Pão de Açúcar), Mário Telles (ABS-SP), José Luiz Pagliari (SBAV-SP), Diego Arrebola (eleito melhor sommelier do Brasil), Manoel Beato (grupo Fasano), Gabriela Monteleone (D.O.M.), Daniela Bravin (Bravin), Tiago Locatelli (grupo Varanda), Gabriela Bigarelli (Maní), Jorge Lucki (Valor Econômico), Marcelo Copello (Revista Baco) e Didú Russo (Blog do Didú).  

“A escolha dos jurados considerou principalmente a representatividade de cada um em diversos segmentos do mercado. Por isso, além de sommeliers premiados e responsáveis pelas cartas de vinho de restaurantes renomados, participam formadores de opinião das duas principais associações do Brasil, representantes da mídia especializada impressa e digital, além de um grande nome do varejo brasileiro”, explica Cilveti. 

Os jurados brasileiros vão eleger os melhores vinhos do Chile nas categorias Cabernet Sauvignon, Syrah, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Carmenere, Chardonnay, Rosé, Late Harvest, Sparkling Wine, Super Premium Red, Super Premium White, Red Blend, Other Reds, Other Withes e Best in the Show - principal categoria da premiação. 

anúncio dos vencedores será no dia 2 de dezembro, em um jantar de gala que será realizado em São Paulo.

 

 

Publicado em: 25/11/2014

Reguengos de Monsaraz vai ser a Cidade Européia do Vinho 2015

 

Reguengos de Monsaraz vai ser a Cidade Europeia do Vinho 2015, sucedendo a Jerez de La Frontera (Espanha), escolhida em 2014. A decisão é da RECEVIN - Rede Europeia das Cidades do Vinho, que de acordo com o calendário oficial do evento devia escolher, este ano, uma cidade portuguesa, tendo optado pela candidatura de Monsaraz, que apresentou como parceiros os municípios de Évora e de Elvas.

Havia mais duas propostas portuguesas ao título. Cantanhede, em parceria com as câmaras de Mealhada, Águeda, Anadia e Oliveira do Bairro, candidatou a região da Bairrada. Já Monção e Melgaço puseram a concurso a região dos vinhos verdes Alvarinho.

A favor da candidatura alentejana pesou a realização de iniciativas como a Gala anual da Cidade Européia do Vinho, o Congresso Internacional da Vinha e do Vinho, o Congresso Internacional de Polifonias, o Encontro Europeu de Confrarias Enogastronômicas, o Mercado Esporão Slow Food Alentejo e o estágio para jovens agricultores europeus com seminários dirigidos por especialistas e visitas a produtores de vinho da região.

No âmbito da Cidade Européia do Vinho 2015 vão, ainda, ser organizadas observações astronômicas com provas de vinhos, colheita de uvas para a criação de um vinho comemorativo, provas temáticas e jantares gastronômicos.

Numa reação à decisão da RECEVIN, a autarquia, presidida por José Calixto, considera a distinção "muito importante para a promoção dos vinhos de Reguengos de Monsaraz e de toda a região, mas também para a divulgação turística do Alentejo".

 

 

Publicado em: 24/11/2014

Lançamento do Bekaa Wine Club 90+

 

O Bekaa Wine Club lançou o seu 90+. Uma seleção mensal de dois vinhos,  com pontuações superiores nas avaliações das mais respeitadas publicações internacionais. A primeira seleção trouxe um vinho espanhol e um chileno. Os dois vinhos custaram R$ 190,00 e atingiram os objetivos propostos.  Vamos a eles.

Bodegas Jalon  foi fundada em 1999, com a associação de três vinícolas na Denominação de Origem Calatayud e participação do Governo de Aragón e quatro instituições financeiras: IAF (Aragon Instituto de Desenvolvimento), Ibercaja, CAI, Multicaja e Cajalón. Atualmente tem uma área de vinhas de 650 hectares, que constitui cerca de 20% da produção da Denominação de Origem Calatayud. Os vinhos estão presentes em Bodegas Jalon SA foi fundada em 1999, com a associação de três vinícolas na Denominação de Origem Calatayud e participação do Governo de Aragón e quatro instituições financeiras: IAF (Aragon Instituto de Desenvolvimento), Ibercaja, CAI, Multicaja e Cajalón. Atualmente tem uma área de vinhas de 650 hectares, que constitui cerca de 20% da produção da Denominação de Origem Calatayud. Os vinhos são wxportados para o Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Áustria, Dinamarca, Japão, EUA, Noruega, Canadá, Nova Zelândia e Brasil.

Punto y Seguido Garnacha Viñas Viejas 2009 – elaborado com 100% da cepa a partir de vinhedos de 50 anos.  Amadureceu 11 meses em carvalho francês e americano. Teor Alcoólico de 14%. A coloração é de um rubi violáceo intenso e brilhante. Os aromas mostram-se  complexos, com framboesa, cereja, ameixa,  notas de licor e um leve toque de Porto. Na boca apresenta um bom corpo com taninos firmes e bem integrado ao frutado, acidez equilibrada e leve adstringência. Um longo final, com algo de licor. Avliação: 90/100 Pontos. Obteve 91 Pontos de Parker e 90 do Descorchados. Observação: é um vinho diferenciado que expressa bem a Grenache nesse terroir. Os nomes dos vinhos Punto y Coma, Punto y Seguido, elipses, etc ... são  artifícios literários espanhóis usados para fazer uma pausa e dar sentido às frases.

 

ViBo é uma linha de vinhos produzidos pela Viu Manent que nasceu como experiência e inovação. O primeiro vinho produzido foi ViBo Malbec Limited Edition, uma aventura que levou a produzir uma alta gama de Malbec no Valle do Uco. Depois vieram ViBo Punta del Viento  e  ViBo Centennial Vineyard, cada vinho é identificado com um vinhedo de origem e refletindo  o terroir que eles representam. São vinhos com personalidade e colchagüina identidade. Punta del Viento é um vinho de estilo mediterrânico, elaborado com Grenache, Mourvedre e Syrah; é o resultado da experimentação de novas variedades na vinha El Olivarque  se adaptaram muito bem às condições climáticas de Colchagua.  Centennial Vineyard é uma mistura de variedades tradicionais, compostas de Cabernet Sauvignon, Malbec e Petit Verdot. Este vinho experimentar a versatilidade que tem o Malbec em combinação com outras variedades.

Vibo Punta del Viento 2011   elaborado com  68% de Grenache, 21% de Mourvèdre e 11% de Syrah (videiras de 7 anos), ferementadas com leveduras naturais. Maturação de 13 meses em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro usos.  A coloração é de um roxo intenso e brilhante. Os aromas mostram framboesa, cereja, ameixa, mirtilo, especiarias doces, toques florais  e uma discreta nota herbácea. Na boca as sensações do olfato se repetem, num ótimo corpo, com taninos suaves e bem integrados e uma marcante acidez salivante. Longo e agradável final com destaque ao frutado. Avaliação: 91/100 Pontos. Obteve 92 Pontos de Parker e 94 Pontos do Descorchados.

Para participar dessa seleção mensal do Bekaa Wine Club 90+ é só contactar o wineclub@bekaa.com.br ou pelo pelo telefone (17)98151-8384. Vale a pena participar!

 

 

Publicado em: 24/11/2014

A seleção de novembro do Bekaa Wine Club

 

A seleção do Bekaa Wine Club de novembro apresenta vinhos da Espanha, Argentina e Chile. Vamos a eles.

 A Bodega del Palacio de los Frontaura y Victoria, também conhecida como Bodegas Frontaura, é uma vinícola de propriedade familiar localizada na cidade de Villabuena del Puente, na região vinícola de Toro. O nome do vinho vem do que está gravado na porta de entrada do antigo palácio da família. Desde a revitalização, o palácio simboliza o espírito de modernidade e inovação. Em cada detalhe de seu desenvolvimento, a vinícola procura destacar a cultura, harmonizando a tradição com a vanguarda. A Bodega Frontaura produz vinhos de qualidade na região vitivinícola mais prestigiada da Espanha. Atualmente, os produtos estão presentes nos Estados Unidos, México, República Dominicana, Cuba, Costa Rica, Brasil, China Taiwan, Singapura, Japão, Suiça, Rússia e Ucrânia.

Vega Murillo Tempranillo 2012 - elaborado  com 100% da cepa. Passou 3 meses em carvalho francês. Teor Alcoólico de 13,7%. A coloração é de um vermelho rubi de média intensidade com reflexos violáceos. Os aromas mostram ameixa, cereja,framboesa, alcaçuz e baunilha. Na boca os taninos são intensos,integrados ao frutado, repetindo as sensações do olfato, com acidez pontual. Um final de frutas com baunilha. Avaliação: 88/100 Pontos. Preço: R$ 51,00, no Bekaa Wine Club de Rio Preto.

 

Fundada em 1998, em Mendoza,  Bodega Argento  está situada entre os sopés das Cordilheiras dos Andes,  Maipú, na Região Central de Mendoza. São 13.000 metros quadrados e tem uma capacidade de produção de 7 milhões de litros usando tanques de aço inoxidável, novas cubas de concretos, barris de carvalho, e tecnologia de ponta incluindo novas máquinas para separar as cepas e prensas pneumáticas. As equipes vitivinícolas e de produção de vinhos Argento foram pioneiras na pesquisa sobre os diversos microclimas em Mendoza, com a finalidade de encontrar o melhor terroir para cada variedade de uva.

Argento Selección Cabernet Sauvignon 2013 - elaborado  com 100% da cepa. Passou por 6 meses em barricas de carvalho francês (60%) e americano (40%). Teor Alcoólico de 13,8%. A coloração é de um vermelho rubi profundo, com ótimo brilho. Os aromas mostram ameixa, cereja,cassis, notas de cravo e cacau. Na boca os taninos são suaves,integrados ao frutado,com leve adstringência e adocicado. Bom final com a fruta em destaque. Avaliação: 87/100 Pontos. Preço: R$ 36,00, no Bekaa Wine Club de Rio Preto.

 

Viu Manent é uma vinícola familiar fundada em 1935. São 254 hectares em 3 vinhedos, San Carlos, La Capilla e El Olivar. Destaca-se como  uma das vinícolas do Chile que mais tradição tem na produção de bons vinhos feitos a partir da Malbec. Pioneira no desenvolvimento do enoturismo naquele vale, a empresa conta com uma estrutura que inclui um restaurante e um clube equestre, e onde os visitantes podem passear de charrete pelos vinhedos.

Viu Manent Reserva Carmenère 2013 - elaborado  com Carménère (92%), Cabernet Sauvignon (5%) e Syrah (3%), sendo que 20% do vinho ficou de 4 a 5 meses em barris de carvalho francês. Teor Alcoólico de 13,6%. A coloração é de um púrpura intenso e brilhante. Os aromas mostram cereja, amora, notas de pimenta e café. Na boca mostra um bom corpo, repetindo as sensações do olfato, com taninos suaves,integrados ao frutado,com leve acidez. Bom final com  fruta e café  em destaque. Avaliação: 87/100 Pontos. Preço: R$ 43,00, no Bekaa Wine Club de Rio Preto.

 

 

Publicado em: 22/11/2014

Degustação de Luigi Bosca na Decanter

 

Sob o comando de Sérgio Musolino, a Enoteca Decanter realizou a sua tradicional degustação do sábado, tendo apresentado uma seleção de Luigi Bosca e Viña Alicia. Vamos a eles.

A Bodega Luigi Bosca, situada em Luján de Cuyo, pertence a Família  Arizu. É uma das mais tradicionais e pioneiras na produção de vinhos de qualidade. Tem mais de 100 anos. Produz os vinhos  La Linda, Luigi Bosca Reserva e Selectos da Família Arizu. Em Vistalba, a família Arizu possui a Finca Los Nobles, onde estão plantadas Cabernet Sauvignon e Alicante Bouchet há mais de 90 anos.

Luigi Bosca Testimonio Sauvignon Blanc 2013 -  foi elaborado com 90% Sauvignon Blanc e 10% Riesling (vinhas de 30 anos ), Vinhedo Finca La Linda - Luján de Cuyo. Amadureceu 3 meses sobre as lias em cubas de aço inox.Teor Alcoólico de 13,9%. A coloração é de um amarelo palha, com nuances verdeais e reflexos prateados. Os aromas sutis lembram frutas tropicais, toques cítricos e leve floral. Na boca as sensações olfativas se repetem, com uma refrescante acidez pungente e untuosidade. Um estilo de moderno Sauvignon Blanc. Avaliação: 87/100 Pontos. Preço: R$ 66,40.

Luigi Bosca Chardonnay 2012 – elaborado com 100% da cepa, com passagem de 12 meses em carvalho e 12 meses em garrafa. Teor Alcoólico de 13,9%. A coloração é de um   palha brilhante e com boa transparência. Os aromas mostram fruta tropical madura, damasco, geléia de laranja  e amêndoa torrada. Na boca  apresenta  acidez delicada, cremosidade, frescor,  e um toque mineral l. Final longo,  com grande persistência frutada. Avaliação: 89/100 Pontos. Preço: R$90,80.

Luigi Bosca Gala 3 - foi elaborado com 50% de Viognier, 40% de Chardonnay e 10% de Riesling, a partir de uvas das melhores parcelas dos vinhedos  de Vistalba, Carrodilla e Las Compuertas, sendo que o Chardonnay passa 8 meses em barricas novas de carvalho francês.  Teor Alcoólico de 13,7%. A coloração é de um dourado brilhante intenso. Os aromas são complexos, com notas de pêssego, damasco, cítricos e nuances florais, com delicados toques de baunilha e madeira. Na boca as sensações do olfato se repetem, com uma acidez equilibrada e boa cremosidade. Um final com toques florais e amadeirado. Avaliação: 89/100 Pontos. Preço: R$ 121,30.

Luigi Bosca Grand Pinot Noir 2012 - elaborado com 100% da cepa, a partir de vinhedos de 55 anos, com passagem de 8 meses em carvalho. Teor Alcoólico de 13,9%.  A coloração é de um rubi profundo e brilhante. Os aromas mostram frutos vermelhos (morango, framboesa), chocolate e toques florais (violeta). Na boca apresenta-se com taninos suaves e aveludados, num bom corpo e elegância. Um agradável final frutado. Avaliação: 89/100Pontos. Preço: R$ 136,80.

Luigi Bosca Gala 1 2011- foi elaborado com 85% de Malbec, 10% de Petit Verdot e 5% de Tannat a partir das melhores parcelas dos vinhedos de Vistalba, Carrodilla e Las Compuertas, tendo passado 14 meses em barricas de carvalho francês novas, 10 meses em garrafa. Teor Alcoólico de 14,5%. A coloração é de um púrpura intenso e brilhante. Os aromas mostram frutas negras, frutas em compota, especiarias doces, tabaco, café  e alcatrão. Na boca apresenta um bom corpo, com taninos potentes e em bom equilíbrio com as frutas e acidez. Um longo final com frutas passas e ao licor. Avaliação: 89/100 Pontos. Preço: R$149,10. Observação: uma bela expressão do Malbec, para esse terroir.

Luigi Bosca Gala 2 2010 - foi elaborado com 85% Cabernet Sauvignon e 15% Cabernet Franc uma seleção de castas, das melhores parcelas dos vinhedos Finca La Linda de Vistalba, La España de Carrodilla e Los Nobles deLas Compuertas, de Luján de Cuyo. Passou 14 meses em barricas de carvalho francês novas e 12 meses em garrafa. Teor Alcoólico de 14,2%. A coloração mostra um vermelho-púrpura intenso e vivo. Aromas intensos e nítidos de frutas negras, especiarias, tabaco e cedro. Algo de baunilha. Na boca mostra excelente volume, com alcool, acidez e taninos em harmonia. Os taninos são muito elegantes. Longo final, com tabaco. Avaliação: 90/100 Pontos. Preço: R$149,10.  Observação:o vinho expressa a Cabernet Sauvignon. Não sofreu filtração.

Luigi Bosca Gala 4 2010 - foi elaborado com 95% de Cabernet Franc e 5% de Malbec, tendo passado 14 meses por barricas de carvalho e 12 meses em garrafa. Teor Alcoólico de 14,1%. A coloração é de um intenso rubi, com reflexos violáceos suaves, com muito brilho e transparência. Os aromas evidenciam muita fruta negra madura, especialmente ameixa, groselha e mirtilo, algo de especiarias e toques de baunilha. Na boca apresenta um bom corpo, volumoso, com taninos macios e integrados às frutas e acidez pontual. Leve adstrigência. Longo final, com algo tostado e baunilha. Avaliação: 91/100 Pontos. Preço: R$149,10 .Observação: o vinho passou por leve filtração, mantendo bem as características da cepa.

 

Com mais de 25 anos de pesquisa e estudo para alcançar "vinhos de excelência", em 1998 Alicia Mateu Arizu, esposa do "winemaker" renomado Alberto Arizu (da Luigi Bosca), juntamente com seu filho Rodrigo Arizu , começou a comercializar os vinhos que levam seu nome. Com características  de adega boutique, "Viña Alicia" está rodeado por um vinhedo de 10 hectares de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Petit Verdot e algumas cepas dificilmente encontrável na Argentina, como Nebbiolo, Grenache Noir, Carignan, Albariño e Savagnin.

Viña Alicia Syrah 2006 -foi elaborado com 100% Syrah, vinhedos de Luján de Cuyo - Lulunta, San Alberto - 10 hectares de vinhedos com 40 anos de idade. Amadurecimento de 9 meses em barricas novas de carvalho francês; 3 meses em barricas novas de carvalho americano. Teor Alcoólico de 14,5%. A coloração é de um rubi profundo com reflexos violáceos. Os aromas mostram frutos vermelhos (amora, framboesa), cacau, notas defumadas e minerais. Na boca apresenta um bom corpo,  com taninos suaves e bem integrados. Um agradável final frutado. Avaliação: 92/100 Pontos. Preço: R$ 185,40.

Viña Alicia Nebbiolo 2007 - foi elaborado com 100% de Nebbiolo (três cones), com manejo orgânico. Amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho francês novas (50%) e de segunda passagem. Permaneceu 24 meses em garrafa antes de sair ao mercado. Teor Alcoólico de 14,5%. A coloração é de um rubi de média intensidade com muito brilho. Os aromas mostram cereja vermelha, alcaçuz, alcatrão e húmus. Na boca apresenta um bom corpo repetindo as sensações olfativas, com taninos firmes e bem integrados. Final agradável com frutado e alcaçuz.  Avaliação: 92/100 Pontos. Preço: R$ 282,00.

 

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