Publicado em: 16/09/2014

Os vinhos da Sicilia

 

 

A Sicília produz 10 milhões de hectolitros de vinho por ano, duas vezes mais do que o Chile, comparando-se somente a região de Puglia, na Itália.

          No Século VIII a.C. os colonos gregos, que chegaram a Sicília, trouxeram suas uvas que se juntaram a variedades nativas e passaram a produzir o vinho siciliano. Até o século XVIII o vinho sempre se fez presente na cultura que teve marcas de fenícios, gregos, árabes, normandos e espanhóis, sem nunca ter um destaque internacional. Com a criação do vinho Marsala, pelos ingleses, a Sicília surgiu no mundo do vinho. O Marsala é um vinho doce, fortificado, que tem em Carlo Pelegrino um expoente.

         Hoje a Sicília mudou totalmente, deixando de ser somente um produtor quantitativo para se transformar num oásis de qualidade, com a modernização das vinícolas e um novo espírito empresarial trazido por investidores de diferentes regiões da Itália continental, como os grupos Marzotto Santa Margherita, Italiano Vini e Zonin.

          As melhores vinhas se situam nas encostas mais frescas do lado norte e leste. No entanto, a área de vinhedos mais extensa da ilha é a da planície e  das baixas colinas no extremo oeste, ao redor de Trapani, onde se produz um vinho  vinho muito concentrado de cor,  potente e bem alcoólico.

          Os vinhos DOC ( Denominazione di Origine Controllata ) chegam a 4% da produção, sendo que excelentes vinhos, chamados de Vini da Tavola, não se enquadram nessas especificações, como, aliás ocorre em toda Itália. É o caso de Terre de Ginestra, Settesoli e Duca de Salaparuta. Existem 19 vinhos DOC na Sicília, sendo as mais importantes: ALCAMO, CERASUOLO DI VITTORIA,  ETNA, FARO, MALVASIA DELLE LIPARI, MARSALA, MOSCATO DI NOTO, MOSCATO DI PANTELLERIA (também Passito di Panteleria), MOSCATO DI SIRACUSA,  SANTA MARGHERITA DI BELICE  e SCIACCA. 

          As principais uvas da Sicília são autóctones. Dentre as brancas estão a Catarrato, Inzolia e Grillo ( usada na elaboração do Marsela ) e dentre as tintas a Nero d`Avola, que produz vinhos potentes, muitas vezes cortados com as importadas Syrah e Merlot, a Nerello Mascalese ( nas encostas do Etna ), a Frapatto, que dá excelentes vinhos para consumo jovem e a Nerello Capuccio.

          Vinhos que merecem atenção: Mandrarossa Nero d`Avola ( Settesoli ); Duca Enrico ( Duca di Salaparuta ), Don Antonio Nero d`Avola ( Morgante ), Cerasuolo di Vittoria ( Azienda Agricola COS ), L`Ardenza Rosso ( Castiglioni di Sicília ), Etna Rosso ( Tenuta Delle Terre Nere ), Schietto Syrah ( Spadafora ) e Targa Riserva 1840 – Marsala ( Florio ). Esses vinhos em nada se parecem aos italianos continentais. Vale a pena experimentá-los.

 

Publicado no jornal Bom Dia de 14/09/2014

 

Publicado em: 16/09/2014

Dia Internacional da Grenache

 

 

Na sexta-feira , dia 19, celebra-se o Grenache Day (Dia Internacional da Uva Grenache), um movimento internacional para divulgar a uva Grenache, uma das variedades mais cultivadas do mundo. A data nasceu em 2010, ano em que foi concebido por mais de 250 produtores, jornalistas e comerciantes de 23 países durante o Primeiro Simpósio Internacional da Grenache. Definiu-se que a celebração ocorreria na terceira sexta-feira de setembro. Em todo mundo serão realizados diversos eventos – desde degustações a promoções – para celebrar os vinhos produzidos a partir da Grenache e as harmonizações ideais. Apesar de ser uma variedade muito cultivada no mundo, a Grenache é pouco vista nos rótulos de vinhos, pois normalmente é misturada com outras uvas.No entanto, prestigiadas regiões francesas, como Chateauneuf-du-Pape e Vale do Rhône tem na casta a sua maior tradição. Além da França, Espanha, Austrália, Itália e Estados Unidos também estão entre os maiores produtores da uva.

 

Publicado em: 16/09/2014

Doberbo Demi-Sec Cabernet Sauvignon 2006

 

 

A Vinícola e Fazenda ABN (Agrocultura Biguá-Nandalina) fica na estrada para Serranos. São 3 Km de estrada de terra, a partir da estrada de asfalto que liga os municípios de Andrelândia e São Vicente de Minas, em Minas Gerais. A fazenda ABN foi constituída em 1999, fruto de uma longa tradição agrícola das famílias Perrone (italiana) e Kasznar  (húngara). Resultou do  desdobramento de uma antiga fazenda bicentenária, da Mantiqueira Mineira e estende-se sobre 131 hectares onde foram implantadas 45 mil videiras (Cabernet Sauvignon, Syrah, Pinot Noir, Seibel, Goethe, com previsão futura de Ancellotta, Riesling Italico, Sauvignon Blanc e Merlot) além de  4500 pés de nozes macadâmia.A vinícola localizada numa casa de pedra, com caves subterrâneas. O projeto inicial, pelo que se deduz do conteúdo do site da empresa, deve ter sido do mais alto padrão, com apoio de técnicos especialistas e da EPAMIG.  

Hoje, a realidade, para quem visita a fazenda, é bem outra.  Ficamos decepcionados com o que vimos. Um local abandonado, com um caseiro a cuidar do que resta. Por ele, fomos informados de que os vinhedos acabaram, restando pouco mais de 2 mil pés, que não tiveram colheita nos dois últimos anos. Nas caves restam milhares de garrafas que ainda não podem ser comercializadas por não possuírem a autorização legal do Ministério da Agricultura. No varejo, localizado na Casa de Pedra, são comercializados os vinhos das linhas Doberbo (Cabernet Sauvignon e Syrah), Dei et Populi (Tinto Seibel, Tinto Niagara e Rosé Niagara) e Gran Reserva Collectionneurs (Cabernet Sauvignon Demi-Sec e Syrah), que são oferecidos também para venda on-line.

 

Doberbo Demi-Sec Cabernet Sauvignon 2006

Produtor:  Vinícola e Fazenda ABN

País:  Brasil

Região:  Andrelândia, Minas Gerais

Uva:  100% Cabernet Sauvignon

Amadurecimento: sem indicação 

Teor Alcóolico:  12%

Cor:  intenso rubi, com bom brilho

Aroma:  mostra frutado de  pouca intensidade (amora, ameixa), pimenta verde, com toques florais e de ervas

Sabor:  apresenta um corpo médio, com taninos presentes e baixa acidez. Pouco equilibrado

Final:  Curto final frutado

Avaliação:  82/100 Pontos

Preço:  R$ 20,00, na vinícola

Observação: vinho chaptalizado, sem expressão. Decepcionante

Publicado em: 15/09/2014

Os vinhos da Franco Italiano

 

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A história da Vinícola Franco Italiano teve origem no ano de 1878, quando imigrantes chegaram à região de Colombo, Paraná, trazendo consigo a esperança de uma vida melhor. Foi nesse período que a Família Rausis, vinda da França, e a Família Ceccon, vinda da Itália, chegaram à região, trazendo consigo a tradição do cultivo da parreira e da produção do vinho em suas casas. As duas famílias se uniram no ano de 1973 através do casamento de Ivonne Ceccon e Dirceu Rausis. Como ambos tinham o costume da produção caseira do vinho, eles viram aí uma oportunidade de negócio. Dessa visão nasceu a Vinícola Franco Italiano. Com a união, vieram os filhos que trouxeram para a vinícola a inovação que precisava para o sucesso. Eles procuraram diversificar a linha de vinhos produzidos pela família e foram buscar conhecimento na França para elaboração de espumantes pelo método champenoise, e também outros estilos de vinhos finos. Com isso, a vinícola Franco Italiano se tornou pioneira na Região Metropolitana de Curitiba na fabricação de espumantes, iniciando assim uma sucessão de conquistas. Atualmente, a vinícola é reconhecida internacionalmente pela qualidade de seus vinhos. A Franco Italiano recebeu vários prêmios internacionais em reconhecimento das propriedades requintadas de seus vinhos. A vinícola, está localizada em Colombo, a 30 minutos de Curitiba.  A vinícola faz  parte do Circuito Italiano, e muito frequentada por turistas, de toda a região de Curitiba.

 

Degustamos dois de seus  vinhos, que nos foram enviados, gentilmente, pelos proprietários da vinícola. Vamos a eles.

 

Sincronia Shiraz 2010 –elaborado com 100% de Shiraz, produzida em Bateias, sem passagem por carvalho. Teor Alcoólico de 12%. A coloração é de um rubi intenso e brilhante, com ótima transparência. Os aromas mostram suave frutado (morango, amora, framboesa), algo de mel  e baunilha. Na boca as sensações do olfato se repetem com elegância, num médio corpo, com taninos suaves e bem integrados, sutil acidez e leve adstringência. Agradável final onde o frutado se apresenta. Avaliação: 87/100 Pontos.  Um vinho leve,  delicado e equilibrado.

 

Censurato Reserva 2011 – elaborado com 100% de Cabernet Sauvignon, produzida em Dois Lageados, na Serra Gaúcha, com amadurecimento de 12 meses barris carvalho francês.  Teor Alcoólico de 13%. A coloração é de um púrpura intenso, com muito brilho e boa transparência. Os aromas mostram frutas negras frescas (cereja, ameixa), notas tostadas, toques minerais e herbáceos, alcaçuz e algo balsâmico. Na boca apresenta um bom corpo, repetindo o frutado do olfato , com taninos finos, marcantes  e boa acidez. Bom final com algo de chocolate em meio ao frutado. Avaliação: 89/100 Pontos. Um vinho elegante e de boa personalidade, que deve evoluir bem na garrafa.

 

Os vinhos podem ser adquiridos diretamente na vinícola, que mantém um ótimo programa de enoturismo, além de oferecer no seu Wine Club Franco Italiano a oportunidade de você escolher o plano de vinificação do seu vinho. O processo se inicia pela escolha da casta/terroir, passando pelas variantes técnicas até o engarrafamento, pelo qual é acompanhada toda a vida do vinho desde que nasce até seu amadurecimento total. A produção destes vinhos é em lote exclusivo e o conteúdo é único e totalmente  personalizado. Mais informações: francoitaliano@francoitaliano.com.br ou no blog  wineclubfrancoitaliano.blogspot

 

Publicado em: 14/09/2014

Petirrojo Reserva Carmenère 2012

 

 

A Viña Bisquertt é uma empresa familiar, fundada em 1978 por Osvaldo Bisquertt Reveco, que comandou a vinícola até o ano de 2007, passando o controle, então para seus filhos. Firmando-se no objetivo e compromisso de manter a qualidade e tradição dos vinhedos chilenos, a Viña Bisquertt é, atualmente, uma das mais prestigiadas produtoras de vinho do Valle do Colchagua, no Chile. Com olhos fitos na qualidade, a equipe enológica comandada pela jovem Joana Pereira, ajudou a construir a imagem da Bisquertt perante a crítica especializada. Como grande diferencial, além da diversidade de categorias de vinhos, que partem de preços de entrada competitivos e tops posicionado abaixo dos principais da concorrentes, a vinícola acumula cerca de 300 prêmios! Os vinhedos da Bisquertt estão localizados no Valle de Colchagua em dois campos: El Rulo e Chequén. Hoje, a Viña Bisquertt exporta em torno de 150 mil caixas em mais de 30 países, com a presença em 4 continentes. Nos últimos anos, iniciou um ambicioso plano de abertura de novos mercados na Europa, Asia e na América do Sul. A linha de rótulos Petirrojo tem esse nome devido ao pássaro homônimo, de peito vermelho, com uma figura rechonchuda e viva, muito encontrado saltando entre as vinhas. Os vinhos dessa linha são todos varietais e de classificação Reserva (ou seja, tem passagem por barris de carvalho), transmitindo juventude e sofisticação ao mesmo tempo.

 

Petirrojo Reserva Carmenère 2012

Produtor:  Viña Bisquertt

País:  Chile

Região:  Valle de Colchagua

Uva100% Carmenère 

Amadurecimento: 06 meses em barricas de carvalho francês 

Teor Alcóolico:  13,5%

Cor: rubi intenso com reflexos violáceos 

Aroma:  mostra frutas vermelhas, especiarias doces e toques defumados

Sabor:  apresenta um corpo médio, com  taninos macios e bem integrados ao frutado. Acidez pontual e leve adstringência.

Final:  bom final frutado

Avaliação:  87/100 Pontos

Preço:  R$ 36,75, na Santa Safra

Observaçãoum Carmenère de boa tipicidade para o terroir do Colchagua. Bom custo/qualidade

 

Publicado em: 13/09/2014

Morgante Nero D’Avola 2011

 

 

Localizada ao norte da Sicília, mais precisamente na cidade de Grotte, a Morgante faz parte da província de Agrigento. A vinícola foi criada através da iniciativa de uma família de agricultores que herdou a experiência de 5 gerações em viticultura. Em 1994, o proprietário Antonio Morgante se uniu ao entusiasmo de seus dois filhos, Carmello e Giovanni e decidiram vinificar às uvas cultivadas em sua própria propriedade. Esta decisão representa o forte compromisso, desde então, em atingir os mais altos padrões de qualidades com a uva nativa da região, a Nero d'Avola. Com a entrada do enólogo Ricardo Cotarella em 1997, o investimento em pesquisa sobre a produção de excelentes vinhos tintos a partir da Nero d'Avola mostrou o melhor que a Sicília tem a oferecer. A vinícola Morgante possui 200 hectares de vinhedos, localizados a aproximadamente 500 metros acima do nível do mar em uma região que possui clima mediterrâneo e um solo que varia do barro ao calcário.

 

Morgante Nero D’Avola 2011

Produtor:  Morgante

País:  Itália

Região:  Sicilia

Uva:  100% Nero D’Avola

Amadurecimento:  3 meses em carvalho seguido de afinamento em garrafa por mais 4 meses. 

Teor Alcóolico:  14.5%

Cor:  rubi intenso com muito brilho

Aroma:  mostra intenso frutado (framboesa, groselha, cereja, amora, mírtilo), notas de baunilha e pimenta preta. 

Sabor:  apresenta um corpo médio, com taninos suaves e bem integrados ao frutado.

Final:  bom final, com o frutado se manifestando

Avaliação:  89/100 Pontos

Preço:  R$ 98,00 (R$68,00 em promoção) na Santa Safra

Observaçãoum vinho elegante, mostrando a expressão da cepa. Obteve 89 Pontos de Parker e 89 Pontos da Wine Spectator. Bom custo/qualidade

 

Publicado em: 13/09/2014

Montessu 2009

 

 

A AgriPunica foi fundada por alguns dos nomes mais importantes do vinho italiano; Dr. Sebastiano Rosa, enólogo do Sassicaia, Cantina de Santadi, Tenuta San Guido, Antonello Pilloni presidente da Santadi e do lendário enólogo Giacomo Tachis. Em 2002 adquiriu uma área de 170 hectares dividida em duas propriedades: Barrua e Narcao localizada no sudoeste da Sardenha numa área conhecida como Sulcis Meridional. As vinhas situadas em Barrua e Narcao caracterizam-se por 15 hectares de Carignano, plantados em 1990 e 50 hectares de novas plantações de Carignano, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Merlot. A Punica produz dois vinhos com base na uva Carignano, Barrua e Montessu ambos IGT Isola dei Nuragui, nome que remete às torres antigas de pedra construídas por nuraghes que habitaram esta ilha do período neolítico até 238 A.C., quando a Sardenha passou a fazer parte do Império Romano.

 

Montessu 2009

Produtor:  AgriPunica

País:  Italia

Região:  Sardenha, Isola dei Nuraghi

Uva:  60% Carignano, 10% Syrah, 10% Cabernet Franc, 10% Cabernet Sauvignon e 10% Merlot

Amadurecimento:  15 meses em barricas de carvalho francês

Teor Alcóolico:  14%

Cor:  rubi, com halos alaranjados e médio brilho

Aroma:  mostra complexo frutado, algo de licoroso e leve balsâmico

Sabor:  apresenta um corpo médio, com taninos macios e bem integrados ao frutado, com leve acidez

Final:  bom final com o licoroso se mostrando

Avaliação:  88/100 Pontos

Preço:  R$ 168,00 (R$ 98,00, em promoção) na Santa Safra

Observaçãoum vinho que expressa o terroir da Carignano, na Sardenha. Obteve 89 Pontos da Wine Spectator

 

Publicado em: 12/09/2014

Portugueses no sul

 

 

 

 

A Academia de Vinhos de Portugal passa por Florianópolis a 17 e 18 de setembro e por Porto Alegre no dia 22, para promover os vinhos lusos junto dos profissionais brasileiros do setor.

 

A promoção dos vinhos portugueses no Brasil terá uma nova etapa na próxima semana, com a passagem da “Academia de Vinhos de Portugal” por Florianópolis, a que se seguirá uma nova sessão de formação em Porto Alegre, informou a Essência do Vinho, promotora dos eventos, em parceria com a associação Vinhos de Portugal.

 

As duas cidades brasileiras receberão uma formação sobre os vinhos lusos com o crítico português Rui Falcão. Em Florianópolis a acção de promoção decorrerá no Majestic Palace Hotel na quarta-feira, 17 de Setembro, das 15h às 18h, e na quinta-feira, 18, das 10h às 17h. No primeiro dia para profissionais que nunca participaram numa ação da marca Vinhos de Portugal. No segundo dia o evento é reservado a quem já participou na edição do ano passado.

 

Na semana seguinte, no dia 22 de Setembro, segunda-feira, será a vez de Porto Alegre, no hotel Radysson, receber o evento itinerante de divulgação dos vinhos portugueses, com uma sessão de formação das 10h às 13h e das 15h às 18h.

 

Estas iniciativas fazem parte das últimas formações na edição deste ano da “Academia de Vinhos de Portugal” no Brasil. Este mês o “roadshow” já passou pelas cidades de Curitiba, Ribeirão Preto e Vitória.

 

Os interessados em participar nas formações poderão inscrever-se através do endereçohttp://cadastro.winesofportugal.com.br.

 

Publicado em: 11/09/2014

Villaggio Larentis Reserva Marselan 2009

 

 

Villaggio Larentis Reserva Marselan 2009

 

Produtor:  Villaggio Larentis

País:  Brasil

Região:  Vale dos Vinhedos

Uva:  100% Marselan

Amadurecimento: 6 meses em carvalho 

Teor Alcóolico: 13% 

Cor:  rubi intenso, com halos mais claros

Aroma:  mostra complexidade, com muita fruta vermelha (ameixa, amora), especiarias, toques terrosos, pimenta, café e leve madeira

Sabor: na boca as sensações olfativas se repetem, com taninos macios e bem integrados, e um leve adocicado.

Final: bom final, com fruta e leve madeira 

Avaliação: 89/100 Pontos 

Preço:  R$35,00, na vinícola

ObservaçãoA uva Marselan resulta do cuzamento da Cabernet Sauvignon com Grenache. Ela vem se adaptando bem no Brasil, como é o caso dos vinhedos da Larentis. O vinho vem evoluindo bem em relação a degustações anteriores. Ótimo custo/qualidade.

 

Publicado em: 11/09/2014

Na Santa Safra

 

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