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História(Agudos)

Localizada a 272 quilômetros em linha reta da cidade de São Paulo, Agudos está próxima a grandes centros regionais como Bauru, Jaú e Botucatu, tendo como cidades limítrofes Bauru, Lençóis Paulista, Pederneiras, Borebi, Piratininga, Cabrália Paulista e Paulistânia. O município também está localizado a apenas 35 Km da Hidrovia Tiête-Paraná, via de acesso ao Mercosul.

Desmembrado do município de Lençóis, São Paulo dos Agudos foi criado em 1898 e elevado à categoria de cidade no mesmo ano. Em 1905, o nome da cidade foi reduzido para Agudos.

Na divisão administrativa do Brasil, em 1911, o município de Agudos ficou composto de dois distritos: Agudos e Piratininga. Já na divisão de 1933, o município continuou composto por dois distritos: Agudos e Tupá.

Nas divisões territoriais datadas de 1936 e 1937 o município foi dividido em quatro distritos: Agudos, Bandeirantes, Santa Cruz da Boa Vista e Tupá.

Já no decreto estadual nº 9775 Tupá foi extinta e seu território passou a integrar Agudos. Então, o município ficou constituído dos distritos de Agudos, Bandeirantes, que se tornou Paulistânia, e Dona Amélia (ex-Santa Cruz da Boa Vista), que mais tarde virou Domélia.

Uma lei criada em 1995 alterou o Quadro Territorial Administrativo do Estado e foi criado o município de Paulistânia, emancipando-se do município de Agudos.

O aniversário de Agudos é comemorado no dia 27 de julho. O santo padroeiro é São Paulo, que é comemorado no dia 25 de janeiro.

João Cury Neto(Botucatu)

Antonio Luiz Caldas Junior

História(Cerqueira César)

Cerqueira César é uma das raras cidades que não nasceu ao redor de uma capela por uma devoção religiosa, mas em consequência da chegada de uma ferrovia.

Os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana chegaram ao local onde se encontra a cidade, no início do mês de novembro de 1896. Não havia nada lá, apenas as plantas nativas do cerrado paulista, animais e os índios Caiuás nas adjacências. Para o alojamento dos ferroviários foram construídos três pequenos ranchos de madeira que deram o nome ao primitivo lugar de TRÊS RANCHOS. Com o fim do Império, o local passou por uma grande crise financeira e os trilhos que vinham da Europa deixaram de ser importados, fazendo com que as obras fossem interrompidas.

Por causa dessa crise financeira, a ferrovia ficou parada por dez anos. Somente em 1906 ela prosseguiu seu traçado até a barranca do Rio Paraná.

O povoado cresceu e se desenvolveu à medida que a estrada de ferro era estruturada. Em 06 de junho de 1889, pela Lei Estadual n° 615, a vila recebeu o título de Distrito de Cerqueira César (pertencendo administrativamente à Avaré). No final de 1899 foi inaugurada a estação, ponto extremo da Sorocabana, trecho da Companhia que desembocava em Cerqueira César e que passaria a servir de transporte e embarque de mercadorias que seriam levadas em lombos de animais para outros pequenos centros urbanos que se fixavam na região.

Então, nesta época, o comerciante português José Joaquim Esteves resolveu construir a primeira casa de hospedagem, em virtude da grande procura por repouso por parte dos forasteiros e trabalhadores de outros lugares que desembarcavam na região, entregando-a ao comerciante Juvenal Gomes Coimbra, que a administrou, tornando-se proprietário em 1.905, juntamente com Porfírio Dias Batista.

O Distrito se desenvolveu rapidamente e, em 10 de outubro de 1917, pela Lei nº 1.556, foi criado o município de Cerqueira César tornando-se comarca de Cerqueira César no dia 18 de fevereiro de 1.959, pela Lei n° 5.285, solenemente instalada no dia 12 de setembro de 1965, nisso desmembrando-se da jurisdição Avareense.

A Câmara Municipal foi instalada no dia 17 de março de 1918.

A primeira escola de Cerqueira César passa a ser o Grupo Escolar fundada em 19 de novembro de 1919.

A primeira capela construída foi dedicada à "Sagrada Família, Jesus, Maria e José", capela esta pertencente à Paróquia Nossa Senhora das Dores de Avaré, até o ano de 1909. No entanto, aos 31 dias de dezembro do corrente ano, tornou-se capela curada, desmembrando-se da Paróquia de Avaré, tendo como seu primeiro cura o Revmo. Pe. Lindholfo Esteves, permanecendo até o ano de 1925. Em 17 de maio de 1925, a Capela é elevada a categoria de Paróquia com o nome de Santa Terezinha do Menino Jesus.

Desde a criação da Paróquia até o presente estiveram à frente da mesma na função de Pároco quatro sacerdotes, sendo a seguinte ordem:
- Pe. José Julianetti, de 1925 a 1942;
- Monsenhor Oscar de Pádua Mello, de 1943 a 1987;
- Pe. Antonio Fábio Rodrigues Zamberlan, de 1988 a 2001;
- Monsenhor Edmilson José Zanin , de 2001 aos dias atuais.

Nota: Em 30 de setembro de 2001, o Arcebispo Metropolitano de Sant'ana de Botucatu, Dom Aloysio declara a paróquia de Santa Teresinha como SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO DE SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS.

Em 1923 foi construído um novo prédio para a estação. Durante todo esse tempo, a estrada de ferro esteve ligada com o progresso da cidade, até que em 15 de janeiro de 1999, passou por ali o último trem de passageiros pertencente à antiga linha tronco da Sorocabana, que posteriormente seria suprimida pela Ferroban. Atualmente ainda é possível verificar a passagem de alguns trens de carga que utilizam a estrada de ferro.

A instalação do primeiro Ginásio Estadual deu-se no dia 06 de maio de 1950, tendo como seu diretor o professor João Soares de Almeida; no início de suas atividades contava com 81 alunos, sendo que a matrícula final no ano se deu com 99 alunos. E a partir de 1963 passou-se a denominar Prof. José Leite Pinheiro, e pela Lei Estadual n° 4.066 de 23 de agosto de 1957, criou-se o curso normal junto ao Ginásio, sendo instalado em 02 de março de 1959 e, em 24 de janeiro de 1966 criou-se o Curso Colegi

Histórico(Duartina)

Desbravadores atraídos pela fertilidade das terras, próxima ao ribeirão do Serrote formaram o povoado denominado Patrimônio de Santa Luzia e posteriormente em 1.926, foi elevado à categoria de Município de Duartina. A chegada da estrada de Ferro impulsionou o desenvolvimento da cidade. Na agropecuária a sericicultura (Bicho da Seda), também teve importante papel no crescimento econômico do município. O Museu Histórico Municipal retrata estas fases através de imagens e objetos, doados pela população, guardando com orgulho a história e o desenvolvimento da cidade. O fruto que retrata e está relacionada com o alimento do bicho da seda, a amora, são apresentadas no sabor refinado e exótico do manjar de amora, que poderão ser apreciados no Pesqueiro Santa Luzia.

O bucolismo e a tranqüilidade de cidade do interior proporcionam agradáveis momentos junto a Praça da Matriz Santa Luzia, com lindo chafariz e ao fundo a Matriz com sua imponência e em seu interior, modernos painéis feitas em concreto celular diferenciam a arquitetura local. O Ecoparque Ciro Simão, amplo complexo turístico com vista privilegiada da paisagem, moldada pelo grande espelho d’água e pelo Bosque dos Ipês, que convidam para um passeio relaxante, em meio mais de 2.500 pés de Ipês de todas as cores. Possui ampla área de lazer com pista de caminhada, pesca permitida, playground, quadras poliesportivas, quiosques de alimentação, espaço para realização de eventos e palco para shows.

A História de Duartina

Muito antes de chegar a estrada de ferro, a fertilidade de nossas terras havia atraído considerável número de desbravadores, que se estabeleceram ondehoje se situa a sede do Município de Duartina.

A fundação do núcleo humano é atribuída a Theodósio Lopes Pedroso, que em 13 de dezembro de 1.920, instituiu o PATRIMÔNIO DE SANTA LUZIA, fazendo, em seguida, doação do mesmo ao município de Piratininga.

Pela Lei nº. 1.893, de 16 de dezembro de 1.922, foi elevado a Distrito de Paz, com o mesmo nome de Santa Luzia do Serrote, abrangendo o Distrito Policial de Gralha. Em 11 de dezembro de 1.926, pela Lei 2.151, foi elevado à categoria de Município, com o nome de DUARTINA, homenagem ao então Bispo de Botucatu, DOM CARLOS DUARTE DA COSTA. Em 30 de dezembro de 1.955, passou à categoria de COMARCA, pela lei no. 2.456 e em 26 de janeiro de 1.956 foi instalada.

O primeiro Prefeito da cidade foi Dr. José Afonso de Carvalho Filho, que administrou a cidade de 1.927 a 1.928.

- Aniversário de Duartina: 11 de dezembro.
- Dia da Padroeira do município, Santa Luzia: 13 de dezembro.

Além do primeiro Prefeito, também são figuras ilustres do município:
- Expedicionário Antonio Aparecido - Voluntário duartinense da 2ª. Guerra Mundial, morto em combate.
- Monsenhor Jorge Antonio Martinelli - Pároco de nossa Igreja de Santa Luzia por mais de 40 anos.
- Benedito Gebara - Notório Prefeito de Duartina.


A Estrada de Ferro

O chamado tronco oeste da Paulista, um enorme ramal que parte de Itirapina até o rio Paraná, foi constituído em 1941 a partir da retificação das linhas de três ramais já existentes: os ramais de Jaú (originalmente construído pela Cia. Rio-clarense e depois por pouco tempo de propriedade da Rio Claro Railway, comprada pela Paulista em 1892), de Agudos e de Bauru.

A partir desse ano, a linha, que chegava somente até Tupã, foi prolongada progressivamente até Panorama, na beira do rio Paraná, onde chegou em 1962. A substituição da bitola métrica pela larga também foi feita progressivamente, bem como a eletrificação da linha, que alcançou seu ponto máximo em 1952, em Cabrália Paulista.

Em 1976, já com a linha sob administração da FEPASA, o trecho entre Bauru e Garça que passava pelo sul da serra das Esmeraldas, foi retificado, suprimindo-se uma série de es

Qualificação profissional (22/06/2012)(Espírito Santo do Turvo)

Os jovens de Espírito Santo do Turvo não ficam atrás de cidades maiores quando, se levar em consideração as oportunidades de cursos na área da cultura.

A secretaria de Cultura da cidade mantém os cursos de banda, bateria, dança, ginástica, capoeira e judô. Já os cursos de Hip Hop, arte circense, balé, violão, viola, guitarra e contrabaixo são realizados através da verba do Ponto de Cultura “Música Oxigênio da Alma”, em parceria com a secretaria, que fornece o prédio, lanche para os alunos e transporte para eventos.

A secretária, Telma de Freitas dos Santos, afirmou que a parceria com o Ponto de Cultura é muito importante para a cidade. A verba do projeto paga os professores, além da compra de instrumentos, equipamentos de som, material e uniformes.

O projeto aprovado pelo programa estadual Ponto de Cultura foi formulado através da Associação da Rádio da cidade. A verba para este projeto acaba este ano e a secretária está em busca da renovação. Telma revelou que já houve uma reunião em Botucatu e logo irá sair um edital para apresentação de novos projetos. “Sem essa ajuda fica difícil manter as variedades de atividades e número de pessoas que conseguimos atender atualmente”, diz.

Importância – Telma argumenta sobre a importância da cultura na vida destes jovens. “Não é só o desenvolvimento cultural com música e dança, os professores buscam mostrar a eles a importância comportamental, a importância no convívio na comunidade e do respeito com o próximo. Além disso, todas as atividades são em equipe, em conjunto. A maioria dos alunos está em várias atividades. Há jovens que fazem judô, dança e violão, ou fazem violão, guitarra e contrabaixo”, exemplifica.

A secretária também enfatiza que Espírito Santo, por ser um município pequeno, sempre ofereceu poucas oportunidades para os jovens terem contato com a cultura. “Eles não tinham esse contato. Não sabiam muito bem o que era balé, por exemplo. Tudo isso é muito bom para eles. Porque não é só a dança ou a música, é o desenvolvimento que vem por trás disso, como a coordenação motora, intelectual. É trabalhado todo um conteúdo por trás das aulas”, afirma.

+ Informações(Laranjal Paulista)

⇒ Localizado na Região Sudeste - Estado de São Paulo

⇒ Grande Bacia Hidrográfica: Bacia do Prata

⇒ População: 25.251 habitantes (IBGE - Censo 2010)

⇒ Ano de Instalação do Município: 1939

⇒ 387 Km quadrados de área

⇒ Fica na depressão periférica paulista entre o Planalto Atlântico - região da capital - e o Planalto Ocidental - região de Botucatu

⇒ Principal Rodovia de Acesso: Marechal Rondon

⇒Distante 173 Km da Capital (pela Rodovia Marechal Rondon)

⇒Municípios limítrofes: Jumirim, Pereiras, Cerquilho, Tietê, Cesário Lange e Piracicaba

⇒ Rede hidrográfica: formada pelos Rios Tietê e Sorocaba, seis ribeirões e seis córregos

⇒ Solo: policultura e em algumas partes condicionantes geológicos proporcionam a exploração de recursos minerais (areias/argilas/britas/calcário) empregados na construção civil e cerâmicas

⇒ Média anual do clima: 23,27ºC

⇒ Precipitação pluviométrica: 1.257,0 mm

⇒ A policultura (café/algodão/feijão/milho/girassol) já foi a base econômica do município. Em 1990 cedeu lugar à pecuária, mas a cana de açúcar trouxe algum alento aos pequenos agricultores. Na atualidade esse potencial se assenta na avicultura, na cerâmica e na fabricação de brinquedos do qual é expressivo pólo nos cenários nacional e internacional

⇒ Fica na depressão periférica paulista entre o Planalto Atlântico - região da capital - e o Planalto Ocidental - região de Botucatu

⇒Distante 173 Km da Capital (pela Rodovia Marechal Rondon)

⇒ Principais vias de acesso: Rodovia Marechal Rondon e Rodovia Castelo Branco

História(Pederneiras)

Até o ano de 1800 a cidade de Pederneiras era ocupada por índios, com a revolução de São Paulo e Minas Gerais, nos anos de 1841 e 1842, inúmeros habitantes desses estados se embrenharam pelos sertões para fugir do recrutamento, esses retirantes acompanharam o curso do rio Tietê, que se tornou via de acesso para os bandeirantes.

Três sertanistas de nome Manoel dos Santos Simões e seus filhos Manuel Leonel dos Santos e João Leonel dos Santos compraram e fizeram registro de posse das terras na sede paroquial de Botucatu e deram o nome ao local de Fazenda Pederneiras.

O nome da cidade se dá devido a grande quantidade de pedra-de-fogo.

Em 1865 a fazenda e depois povoado desligou-se de Botucatu, passando a pertencer ao município de Lençóis. Em 1877 a doação de um terreno possibilitou a construção da capela de São Sebastião da Alegria e depois foi criada a paróquia sobre a responsabilidade do 1º vigário, padre Nicolau Scorachio.

Em 1889 foi elevada à categoria de Freguesia, ainda subordinada ao município de Lençóis. Somente em 22 de maio de 1891, foi criado o município de São Sebastião da Alegria e somente quatro anos depois o município voltou ao nome de Pederneiras.

A sede municipal foi elevada à categoria de cidade em 19 de dezembro de 1906, e a comarca foi criada em 1927.

O município de Pederneiras foi criado com grande extensão territorial e compreendia os municípios de Reginópolis, Iacanga, Arealva e Boracéia, na época a cidade era a de maior extensão territorial do Estado.

História(Piraju)

Como nasceu Piraju


Três proprietários de terras das famílias Arruda, Graciano e Faustino, sabendo das missões e visitas que os frades faziam nas aldeolas por toda a trilha que levava até Botucatu, saindo de Rio Verde (hoje Itaporanga), pensaram que poderiam receber a visita dos mesmos na região. Com isso, determinaram marcar o limite das 03 posses, das 03 famílias, ficando convencionado darem início à construção de uma capela para receber os frades.

 

A construção aconteceu em 1860, rústica, um simples rancho coberto de taquaras e sapé construídos da junção das 03 partes de terras doadas pelas famílias. Essa capela ficava onde hoje é a Praça Benedito Silveira Camargo, mais conhecida como "Brasilinha". Esta construção, a singela capela, deu origem à cidade cujos moradores começaram a construir suas casas e marcar os primeiros esboços de ruas em seu redor. Estava fundado o Patrimônio de São Sebastião do Tijuco Preto, que através do decreto estadual 200, de 6/6/1881, passou a se chamar Piraju.

 

Ramos de Azevedo - Estação Ferroviária de Piraju


Em 1883 os cafeicultores tiveram a ideia de construir uma estrada de ferro para facilitar o transporte da produção de café e algodão para a capital. Para isso, receberam do Governador do Estado autorização para construírem um ramal ligando Piraju até a cidade vizinha de Manduri. Esta construção foi feita pelo Município com o apoio dos agricultores da região e, em 02 de setembro de 1906 chegava o primeiro trem na cidade. Em 05 de abril de 1908 foi inaugurada oficialmente a estação ferroviária de Piraju projetada pelo eminente arquiteto Ramos de Azevedo, o mais importante projetista brasileiro da época, precursor da escola eclética brasileira. Todo o complexo projetado da Estação Ferroviária está protegido por lei de tombamento de janeiro de 1996, ato do Conselho Municipal de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico.

 

Bondinho de Piraju


Por iniciativa da Câmara Municipal, foi construída uma estrada de ferro elétrica, ligando Piraju à cidade de Sarutaiá, denominada Bonde Tramway Elétrico de Piraju, a linha tinha 26 km e passava pelas principais fazendas cafeeiras, levando mercadorias e passageiros até a estação ferroviária. Foi inaugurada em agosto de 1915 e desativada nos anos 30.

 

Usina elétrica Boa Vista


Inaugurada em 1915, fornecia energia para o movimento dos bondes elétricos e para o primitivo abastecimento de água na cidade.

 

General Ataliba Leonel


Natural de Itapetininga veio para Piraju ainda criança, formou-se em direito na faculdade de São Paulo, no Largo de São Francisco. Ainda jovem iniciou sua vida profissional e a sua agitada vida política.


Em 1899 foi eleito vereador e por vários anos foi presidente da câmara municipal de Piraju, tornou-se Deputado Estadual por várias eleições e, em 1930 ocupava uma cadeira no senado do Estado de São Paulo.


Uma vida inteiramente devotada ao bem público e ao progresso de sua terra que ele tanto amou, e pela qual envidou os seus maiores esforços para que ela fosse sempre engrandecida com decisões que a elevassem ao seu progresso.


A cidade começou a se desenvolver, e as autoridades começaram a buscar melhoramentos para a cidade, podemos assim nomear as conquistas do Dr. Ataliba, que foi sua iniciativa a construção da Estação Ferroviária, As usinas elétricas e o Bondinho.


Por seus feitos teve seu nome dado a principal praça da cidade "Praça Ataliba Leonel", á primeira escola da cidade "E.E.P.G Ataliba Leonel", e a Fazenda de Milho Híbrido Ataliba Leonel (originário da estação ferroviária da antiga Sorocabana).


A influência política de Ataliba Leonel fez com que:


• 1905 - Inauguração da luz elétrica em Piraju, cinco anos depois a instalação da Light no Brasil;
• 1908 - Piraju recebe oficialmente o ramal da ferroviária que ligava a Estrada de Ferro Sorocabana;
• 1912 - Chega a Piraju, o bonde elétrico;
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Geografia(Piraju)

 

Temperatura média: 21º C.

Altitude: 646 metros.

Limites: Óleo, Manduri, Cerqueira César, Itaí, Tejupá, Fartura, Sarutaiá, Timburí, Bernardino de Campos e Ipaussu.

Clima: classificado na faixa tropical de altitude.

Topografia e Hidrografia: predominam terrenos levemente ondulados (75%), seguindo-se os montanhosos (15%) e as escarpas (10%). A bacia hidrográfica é a do Rio Paranapanema.

Distâncias: São Paulo - 330 km,  Sorocaba - 240 km, Botucatu - 144 km, Bauru - 160 km, Marília - 151 km, Avaré - 68 km, e Ourinhos - 65 km.