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Turismo(Agudos)

O turismo da cidade está voltado para o lado rural. A principal oferta é a simplicidade da vida no campo, o clima serrano, a beleza natural da região, com especial destaque para suas matas, rios e cachoeiras, além de antigas fazendas de café, estâncias e pesqueiros, prédios antigos e históricos.

Espaço Cultural Plínio Machado Cardia: Inaugurada no dia 22 de dezembro de 1993, a instituição possui um acervo histórico e cultural da cidade, como obras de arte, fotos, documentos, coleções, objetos sacros e biblioteca. O espaço tem como patrono Plínio Machado Cardia, antigo proprietário do prédio onde está instalada a instituição.

Igreja Matriz: A igreja originou-se de uma pequena capela construída no século XIX, que foi demolida mais tarde por ordem de autoridades civis ou eclesiásticas da época. A igreja atual foi inaugurada em 1917.

Estações Ferroviárias Cia Paulista e Sorocabana: As duas ferrovias estabeleceram-se na cidade por volta de 1903. A Cia Paulista transportava passageiros com alto estilo no interior de seus vagões. Já a Cia Sorocabana, além de pessoas, também transportava carga. Os prédios de ambas, em bom estado de conservação, mostram a bela arquitetura da época.

Parque Ecológico Açucena da Serra: Com mais de dezesseis hectares, o parque fica na área da antiga Fazenda São Luis. A vegetação nativa cobre a maior parte do parque, enquanto a mata ciliar ocupa os primeiros cinquenta metros nas duas margens do Ribeirão Agudos.

Área de Vivência Ambiental Piatã: Área ecológica e educativa. Nos seus dezesseis mil hectares, o visitante pode percorrer trilhas educativas em passeios com monitores especializados, descansar em quiosques e apreciar animais da região, tanto no minizoológico, quanto no museu mantido no local.

Cine Teatro São Paulo: Construído em 1910, o Cine Teatro São Paulo foi idealizado por Carolina de Oliveira Rocha. Além de exibir filmes, o local também era palco das apresentações de grandes companhias teatrais. Atualmente o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e espera por recursos ou patrocínio para que uma reforma seja realizada. O hall do cinema abriga o Núcleo de Artesanato do Projeto Empreender.

+ Informações(Agudos)

Nome:

No início, Agudos chamava-se São Paulo dos Agudos. São Paulo por causa do santo ser padroeiro da cidade e Agudos pois o município está situado na Serra dos Agudos. A cidade também é conhecida como Princesa Industrial, Açucena da Serra e Terra da Cerveja.

Habitantes:

O IBGE registrou na última contagem mais de 40 mil habitantes na cidade, sendo que 90% da população na zona urbana e 10% na zona rural.

História(Agudos)

Localizada a 272 quilômetros em linha reta da cidade de São Paulo, Agudos está próxima a grandes centros regionais como Bauru, Jaú e Botucatu, tendo como cidades limítrofes Bauru, Lençóis Paulista, Pederneiras, Borebi, Piratininga, Cabrália Paulista e Paulistânia. O município também está localizado a apenas 35 Km da Hidrovia Tiête-Paraná, via de acesso ao Mercosul.

Desmembrado do município de Lençóis, São Paulo dos Agudos foi criado em 1898 e elevado à categoria de cidade no mesmo ano. Em 1905, o nome da cidade foi reduzido para Agudos.

Na divisão administrativa do Brasil, em 1911, o município de Agudos ficou composto de dois distritos: Agudos e Piratininga. Já na divisão de 1933, o município continuou composto por dois distritos: Agudos e Tupá.

Nas divisões territoriais datadas de 1936 e 1937 o município foi dividido em quatro distritos: Agudos, Bandeirantes, Santa Cruz da Boa Vista e Tupá.

Já no decreto estadual nº 9775 Tupá foi extinta e seu território passou a integrar Agudos. Então, o município ficou constituído dos distritos de Agudos, Bandeirantes, que se tornou Paulistânia, e Dona Amélia (ex-Santa Cruz da Boa Vista), que mais tarde virou Domélia.

Uma lei criada em 1995 alterou o Quadro Territorial Administrativo do Estado e foi criado o município de Paulistânia, emancipando-se do município de Agudos.

O aniversário de Agudos é comemorado no dia 27 de julho. O santo padroeiro é São Paulo, que é comemorado no dia 25 de janeiro.

Histórico(Alambari)

 Por volta de 1.820, o Major Domingos Afonso, residente na cidade de Itapetininga, empreendeu uma viagem para Guaratinguetá, acompanhado de sua esposa e de seu filho Afonso.
Ao atravessarem um lajeado, o pequeno Afonso caiu do animal em que viajava, fraturando o crânio e ficando desacordado por muitas horas.

Domingos Afonso e sua esposa, em desespero, comprometeram-se a erigir um modesto templo sob a invocação do Senhor Bom Jesus de Alambari se o seu filho recobrasse os sentido e se restabelecesse da queda.

Operou-se o milagre. O pequeno Afonso recobrou os sentidos e restabeleceu-se em seguida.
Mais tarde, os pais de Afonso internaram-no em um colégio de Itu, recomendando-ao Padre Elias de Monte Carmelo.

Concluídos os estudos preparatórios, em 1.830, Afonso, seguiu para São Paulo, matriculando-se no Seminário. Ordenado sacerdote, o jovem Afonso voltou para Itapetininga.
A esse tempo, Domingos Afonso e sua mulher, que não esqueceram a promessa feita, davam andamento à  construção do templo no lugar em que Afonso caíra do animal.

Desejando que seu filho desempenhasse as funções eclesiásticas na capela em construção, Domingos Afonso e sua mulher construíram uma casa nas proximidades do templo, onde passaram a residir.
A capela de Alambari só foi construída, em 1.842.
Por uma fatalidade, o Padre Afonso não chegou a residir em Alambari, pois, atacado de uma pertinaz moléstia, veio a falecer.
O primeiro vigário que aportou em  Alambari foi o Padre Isidoro de Campos.

Com o crescimento da população do referido povoado, devido à chegada de famiílias vindas de Jacareí, Sorocaba e de outros pontos, as pessoas influentes do lugar, requereram e obtiveram, da Assembléia Provincial, a transformação da povoação de Alambari em freguesia, pela Lei nº 07, de 12 de abril de 1.861, que a elevou, também, a paróquia. O primeiro sacerdote que residiu em Alambari, foi o Padre João Batista Arroza.
Em 30 de dezembro de 1.991, o Governador do Estado de São Paulo, promulgou e sancionou a Lei nº 7.664, transformando o Distrito de Alambari em Município.

Em Alambari, o mato denominou-se, durante muitos anos, Mato das Pedreneiras, devido à grande quantidade de pedras de fogo que eram retiradas das rochas ali existentes.
A pedra de fogo foi, por muito tempo, lucrativo produto, pois as praças de Itapetininga, Sorocaba, São Paulo e Santos preferiam o produto de Alambari, devido à sua ótima qualidade.

Alambari também foi, por dezenas de anos, um dos mais importantes centros produtores do Município de Itapetininga. A lavoura consistia na cultura, em grande escala, de algodão, café, cana-de –açúcar, cereais, legumes, mandioca e fumo.

A lavoura mais importante foi a do algodão, cujas safras, em 1.873 e 1.874, chegaram a setenta mil arrobas.
Com a baixa deste produto os alambarienses voltaram sua atenção para a cultura do café.

O padroerio do Município de Alambari é Bom Jesus, cuja comemoração se dá em 06 de Agosto.
Alambari fica situada ao sul do Estado de São Paulo. Sua população é estimada em 4.886 habitantes.

As principais atividades econômicas do Município, hoje, são a agricultura e a pecuária. Atualmente, o município de Alambari, administrado pelo Prefeito Municipal Sandro de Jesus de Camargo e pelo Vice-Prefeito José Benedito Leme, com o apoio da Câmara Municipal, encontra-se num processo crescente de desenvolvimento em especial pelo trabalho de sua hospitaleira população.

Dados geográficos(Altair)

O município de Altair está localizado ao norte do Estado de São Paulo. O município tem uma área de 378 Km2. O município de Altair limita-se ao Norte com o município de Icém, ao Sul com o município de Olímpia, á Leste com os Municípios: Guaraci, á Oeste com o município de Onda Verde , a Noroeste com o município de Nova Granada e a Sudoeste com o município de Guapiaçú.

 

 


Por via rodoviária Altair, está distante de São Paulo - Capital cerca de 486 Km. O Município é servido por diversas rodovias, representadas pelas Sigas: SP - 320, SP- 310, SP 322, BR - 153, que proporciona a sua ligação com todo o Estado de São Paulo e Minas Gerais.

 

 


Sua atitude é 532,20 m, latitude 20º 31'25", longitude 49º 03'32"; o clima é subtropical. Da área de 378 km2 do município à zona rural ocupa 30,435,10. Segundo dados da Casa da Agricultura de nosso município, contamos hoje com 199 propriedades rurais. Na área rural contamos com 264 moradias.

 

 

 

Na área urbana contamos com 726 domicílios permanentes. No município não há favelas. No presente momento contamos com 8 domicílios em condições insatisfatórias de moradia. O número de domicílios no Distrito de Suinana, distante de Altair, 8 Km, são de 100 moradias. E na área urbana de Altair 626 moradias. Tendo em vista a população registrada no ano de 2010 foi de 3811 habitantes.

 

 

Economia(Angatuba)

O município de Angatuba tem bases econômicas no setor agropecuário, tendo como destaque a produção de laranja e eucalipto. Também é bem presente o comércio e o setor de serviços. As indústrias da cidade sào: de confecções, papel e celulose, laticínios, frigoríficos e duas importantes granjas.

Recentemente, a Prefeitura está incentivando a criação de micro-usinas de derivados da cana de açúcar, álcool, açúcar mascavo, cachaça e outros, sendo considerada por especialistas como pioneira na questão da biomassa, para tanto mantém uma micro-usina piloto no sítio municipal, já produzindo álcool.

Exposição “Guerra dos Emboabas – 300 Anos Depois” (20/08/2010)(Araçariguama)

300 anos depois do final do conflito, Paulistas e Emboabas se encontram novamente, agora de forma pacífica, inserida no contexto do Roteiro dos Bandeirantes.

A Via Social Projetos Culturais em parceria com a Secretaria de Cultura de Araçariguama, trás ao município uma edição da exposição histórica sobre o conflito protagonizado por bandeirantes paulistas e emboabas, gerou grandes transformações políticas, econômicas e culturais no país no início do século XVIII.

A mostra, que foi exibida com grande sucesso de público e crítica em Belo Horizonte durante meses de agosto e setembro, logo em seguida, veio à capital paulista para a Casa do Bandeirante, por onde esteve de novembro a junho de 2010.

O município de Araçariguama é o primeiro a receber o material no interior de São Paulo, tendo a oportunidade de com um painel do conflito que marcou a história do país, por meio de uma criteriosa seleção de textos divulgados por historiadores do século XVIII ao XXI, ilustrações e reprodução de material iconográfico.

A exposição começa com o Mito do Eldorado, lenda que teria ajudado a atrair aventureiros para o interior do Continente em busca de pedras e metais preciosos. Mais adiante, um módulo retrata como eram os bandeirantes paulistas que descobriram o ouro em Minas Gerais, sua vida e cultura e os objetivos e contribuições de suas bandeiras.

Os principais locais do embate, que ocorreram onde hoje estão localizados os municípios de Ouro Preto, São João del Rei, Sabará e Caeté, na região Central de Minas, são objeto de mapas, gravuras e textos da época, assim como ilustrações e fotografias atuais dessas cidades históricas. Os conflitos são descritos com os detalhes narrados pelos historiadores nos últimos três séculos e ilustrados com artefatos de mineração e reproduções como um ex-voto pintado por uma testemunha ocular da guerra.

A Exposição em Araçariguama esta próxima ao início desse processo histórico, quando os Bandeirantes motivados pelo Mito do Eldorado formaram Bandeiras margeando o Rio Tietê para descoberta de ouro, o que culminou com a descoberta de uma das primeiras Minas de Ouro do Brasil que se localiza atualmente no Parque da Mina do Ouro. O visitante poderá presenciar um espaço reestruturado para receber o turista e o material, tendo diversos módulos com diferentes matérias, cores, tamanhos, os quais retratam temas específicos.

Como o território, a fauna e flora, os caminhos para Minas, a paisagem da região, os tipos de mineração, os emboabas, as conseqüências do conflito, a fundação da Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, entre outros tópicos.


FICHA TÉCNICA
Projeto: “Guerra dos Emboabas – 300 Anos Depois” Realização: Via Social - Projetos Culturais e Sociais Ltda. Parceria: Prefeitura de Araçariguama - Secretaria de Cultura

Equipe:
Curadoria e pesquisa histórica: Leonardo José Magalhães Gomes
Design e pesquisa de imagens: Flávio Vignoli
Assistentes de design e tratamento de imagens: Míriam Campos e Ítalo Bacci
Consultoria em História: Adriana Romeiro
Consultoria em Turismo: Márcia Conceição Bárbara
Fotografia: Pedro David Castelo Branco
Ilustração: Júlia Bianchi Zavagli
Desenhos: José Otavio Cavalcanti
Revisão: Maria Laura Magalhães Gomes
Produção executiva: Andréa de Magalhães Matos
Assistentes de produção: Henrique Godoy e Mônica de Magalhães Matos


SERVIÇO
EXPOSIÇÃO
O quê: Exposição “Guerra dos Emboabas – 300 Anos Depois” Onde: Museu da Mina do Ouro
R. do Parque da Mina, S/Nº. – Centro – Araçariguama
Quando:
• Abertura 20/08/2010, sexta-feira às 14h30
• Visitação de 21/08/2010 a 23/01/2011
• Horário de Funcionamento: de terça a domingo das 9h00 às 17h00
• Entrada Gratuita
• Agendamento de visita orientada para grupos – Ligue (11) 4136-1564 / (11) 7241-8771 / (11) 7671-2234 - Diretoria de Turismo.

Economia(Assis)

Localizado no Sudoeste Paulista, o município de Assis tem como principal via de acesso a Rodovia Raposo Tavares, situada à 448 Km da Capital. É um entroncamento rodoviário importante entre os Estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, e viabiliza um acesso estratégico para o Mercosul.

Assis é Município Sede da Região de Governo do Estado e do Consórcio Intermunicipal Vale do Paranapanema, o CIVAP, que congrega 21 municípios, somando aproximadamente 400 mil habitantes.

Sua posição geográfica privilegiada contribui para um perfil econômico diversificado na agricultura, comércio e prestação de serviços, desponta como grande centro educacional e tecnológico, tendo instalado em seu território o único curso de Biotecnologia da América Latina. Tem forte potencial turístico no Médio Paranapanema.


Hoje, prepara sua história e continua avançando em novos caminhos e conquistas.

 

Geografia(Assis)

População: 95.703 habitantes (Fonte: IBGE estimativa jul/2006)
Área: 462 Km² (Fonte: IBGE 2004)

Coordenadas Geográficas:
Latitude - 22º 39`42"Longitude - 50º 24`44"
Altitude - 546 metros
Clima: Sub-Tropical Úmido, com temperatura média anual de 21,5º
Relevo: Planalto Ondulado Suave.
Vegetação: Campo ou cerrados.
Hidrografia: Rios: Cervo, Jacu, Pavão, Capivara, Palmitalzinho, Fortuna e Matão, pertencentes à bacia hidrográfica do Médio Parapanema - Rio Paranapanema.
Solo: Arenoso, cor predominante vermelho-escuro.

Limites:
Norte - Lutécia.
Sul - Cândido Mota e Tarumã.
Leste - Echaporã e Platina.
Oeste - Maracaí e Paraguaçu Paulista.

Distâncias:
São Paulo - 430 Km
Ourinhos/SP - 65 Km
Marília/SP - 75Km
Presidente Prudente/SP - 126 Km
Maringá/PR - 237 Km
Londrina/PR - 126 Km

Acesso:
Rodovia Raposo Tavares - SP 270 - Presidente Prudente, Ourinhos, São Paulo e outros.
Rodovia Miguel Jubran - SP 333 - Paraná
Rodovia Rachid Rais - SP 333 - Marília e Bauru
Rodovia Manilo Gobbi - SP 284 - Paraguaçu Paulista e Rancharia
Rodovia Benedito Pires - Cândido Mota, Frutal, Tarumã e Florínea

História(Balbinos)

O município foi fundado em 31 de dezembro de 1954 pelos seus habitantes e pela família Balbino que se instalou na região no início do século XX.

Já foi distrito de Pirajuí que antigamente era o maior produtor de café de todo o planeta. Ultimamente tem uma das melhores quermesses de toda a região realizada em meados de junho e julho.


Fonte: Prefeitura de Balbinos