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Boletim Econômico: 11 de agosto de 2022

Por Reinaldo Cafeo
(Atualizado em 11/08/2022 - 8h31)
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Dados de fechamento em 10/08/2022 (quarta-feira)

Mercado Cambial:

Abaixo a cotação de fechamento diário do Dólar comercial de venda:

  • Segunda-feira (8): -1,04%, a R$ 5,1129
  • Terça-feira (9): +0,32%, a R$ 5,1295
  • Quarta-feira (10): -0,87%, a R$ 5,0850
  • Semana: -1,59%

 

Mercado Acionário:

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • Segunda-feira (8): +1,81%, aos 108.402 pontos
  • Terça-feira (9): +0,23%, aos 108.651 pontos
  • Quarta-feira (10): +1,46%, aos 110.235 pontos

 

Cenário:

Ibovespa fechou em alta de 1,46% aos 110.235 pontos. Ao longo do pregão, o índice variou entre 108.657 e 110.362 pontos. O volume financeiro registrado no dia foi de R$ 28,6 bilhões.

dólar fechou em baixa de 0,87%, a R$ 5,0850. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0359 e a máxima de R$ 5,1429.

As vendas no varejo caíram 1,4% em junho ante maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a autarquia, trata-se da séria com ajuste sazonal e, no mês anterior, houve variação de recuo de 0,4%. Já na série sem ajuste sazonal, o varejo recuou 0,3% ante junho de 2021 e, no acumulado do ano, chegou a 1,4%. No acumulado dos últimos 12 meses, houve recuo de 0,9%.

A ata do Copom, divulgada na terça-feira (9), e o resultado negativo do IPCA fizeram com que o mercado interpretasse, majoritariamente, que a taxa Selic deve estacionar em 13,75% mesmo.

Na ata, o Copom deixou em aberto se haverá novo aumento da taxa básica de juros, residual e em menor escala, mas salientou que irá observar até a próxima reunião, em setembro, se manter os juros altos por um período mais longo não seria já suficiente para conter a escalada dos preços.

Também na quarta saiu o IPCA, com deflação de 0,68%, a maior da série histórica do IBGE, que começou em 1980. O resultado foi puxado pela queda nos preços dos combustíveis e da energia, refletindo a queda nos preços praticados nas refinarias pela Petrobras e a redução das alíquotas do ICMS.

O CPI dos Estados Unidos (EUA) permaneceu inalterado (0,0%) na leitura de julho ante junho, conforme levantamento do escritório de dados estatísticos do país.

A estimativa do mercado para este indicador projetava uma alta de 0,2% e 1,3% em junho. Na comparação anual, o CPI subiu 8,5% frente ao consenso de 8,7% e 9,1% em junho.

Já o Núcleo do CPI avança 5,9% em base anual, contra 6,1% estimado. O resultado mexe com as apostas sobre o aumento de juros nos Estados Unidos.

Até aqui, depois de um payroll bastante forte, a expectativa era por aumento de 0,75 ponto porcentual. Mas com a inflação arrefecendo, o entendimento pode mudar. Nos EUA, o Federal Reserve vem também promovendo uma escalada de juros, a fim de conter a alta de preços. Na última reunião, a alta foi de 0,75 p.p., sendo a quarta subida sequencial.

A China também divulgou seus dados de inflação. O CPI teve alta de 2,7% na comparação anual, abaixo da expectativa de 2,9%. E a inflação ao produtor (IPP ou PPI, em inglês) subiu 4,2% em julho, também na comparação anual, ante projeção de 4,5%.

 

Calendário Econômico:

Quinta-feira (11)

  • Levantado da Produção Agrícola – Brasil
  • Pesquisa Mensal de Serviços – Brasil
  • Levantamento da Safra de Grãos – Brasil
  • IPP – Estados Unidos
  • Pedidos de Auxílio-Desemprego – Estados Unidos

Sexta-feira (12)

  • PIB – Reino Unidos
  • Produção Industrial – Área do Euro

Fontes: infomoney, queroinvestir, investing, start, e-investidor

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