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Boletim Econômico: 1º de setembro de 2022

Por Reinaldo Cafeo
(Atualizado em 01/09/2022 - 8h15)
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Mercado Cambial:

Abaixo a cotação de fechamento diário do Dólar comercial de venda:

  • Segunda-feira (29): -0,88%, a R$ 5,0334
  • Terça-feira (30): +1,58%, a R$ 5,1130
  • Quarta-feira (31): +1,73%, a R$ 5,2015
  • Semana: +2,43%

 

Mercado Acionário:

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • Segunda-feira (29): +0,02%, aos 112.323 pontos
  • Terça-feira (30): -1,68%, aos 110.430 pontos
  • Quarta-feira (01): -0,82%, aos 109.522 pontos

 

dólar fechou com alta de 1,73%, a R$ 5,2015. ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,1330 e R$ 5,2104. No acumulado do mês, a moeda sobe 0,53%.

Ibovespa fechou em queda de 0,82%, aos 109.522 pontos, na mínima do dia. A máxima ficou em 111.364 pontos. O volume financeiro registrado no dia foi de R$ 31,2 bilhões. No acumulado do mês, a bolsa teve elevação de 6,16%. Já entre janeiro e agosto, tem alta de 4,48%.

A Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua do IBGE, apontou novo recuo na taxa de desemprego: de 9,3% no trimestre encerrado em junho, para 9,1% no trimestre de maio a julho. No mesmo período de 2021, a taxa era de 13,7%.

taxa de desocupação (9,1%) do trimestre móvel de maio a julho de 2022 recuou 1,4 ponto percentual em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2022 (10,5%) e 4,6 pontos ante mesmo período de 2021 (13,7%).

O levantamento mostra que a população desocupada (9,9 milhões de pessoas) caiu ao menor nível desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016, recuando 12,9% (menos 1,5 milhão de pessoas) no trimestre e 31,4% (menos 4,5 milhões) no ano.

Também aponta que o contingente de pessoas ocupadas (98,7 milhões) foi recorde da série iniciada em 2012, com alta de 2,2% (mais 2,2 milhões) ante o trimestre anterior e de 8,8% (mais 8,0 milhões) ante o mesmo período de 2021.

E acrescenta que o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), foi estimado em 57,0%, subindo 1,1 ponto no trimestre (no anterior, foi de 55,8%) e 4,1 p.p. no ano (de 52,8%).

De acordo com a autarquia, o referido recuo – de 1,4 p.p., se dá em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2022 (10,5%) e 4,6 p.p. ante mesmo período de 2021 (13,7%). A população desocupada (9,9 milhões de pessoas) caiu ao menor nível desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016, recuando 12,9% (menos 1,5 milhão de pessoas) no trimestre e 31,4% (menos 4,5 milhões) no ano.

O IBGE destaca, ainda, que o contingente de pessoas ocupadas (98,7 milhões) foi recorde da série iniciada em 2012, com alta de 2,2% (mais 2,2 milhões) ante o trimestre anterior e de 8,8% (mais 8,0 milhões) ante o mesmo período de 2021. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), foi estimado em 57,0%, subindo 1,1 p.p. no trimestre (no anterior, foi de 55,8%) e 4,1 p.p. no ano (de 52,8%).

Também informa que a taxa composta de subutilização (20,9%) foi a menor desde o trimestre encerrado em junho de 2016, caindo 1,6 p.p. no trimestre e 7,0 p.p. no ano. A população subutilizada (24,3 milhões de pessoas) caiu 6,9% (-1,8 milhões) no trimestre e 24,0% (-7,7 milhões) no ano.

Já a população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,5 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 17,1% (-1,3 milhão de pessoas) no ano.

A população fora da força de trabalho (64,7 milhões de pessoas) permaneceu estável ante o trimestre anterior e recuou 2,8% (menos 1,9 milhões) na comparação anual.

A população desalentada (4,2 milhões de pessoas) caiu 5,0% em relação ao trimestre anterior (menos 221 mil pessoas) e 19,8% (menos 1,0 milhão de pessoas) na comparação anual. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (3,7%) caiu 0,2 p.p. frente ao trimestre anterior e 1,0 p.p. frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

De acordo com a autarquia, o referido recuo – de 1,4 p.p., se dá em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2022 (10,5%) e 4,6 p.p. ante mesmo período de 2021 (13,7%). A população desocupada (9,9 milhões de pessoas) caiu ao menor nível desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016, recuando 12,9% (menos 1,5 milhão de pessoas) no trimestre e 31,4% (menos 4,5 milhões) no ano.

O IBGE destaca, ainda, que o contingente de pessoas ocupadas (98,7 milhões) foi recorde da série iniciada em 2012, com alta de 2,2% (mais 2,2 milhões) ante o trimestre anterior e de 8,8% (mais 8,0 milhões) ante o mesmo período de 2021. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), foi estimado em 57,0%, subindo 1,1 p.p. no trimestre (no anterior, foi de 55,8%) e 4,1 p.p. no ano (de 52,8%).

Também informa que a taxa composta de subutilização (20,9%) foi a menor desde o trimestre encerrado em junho de 2016, caindo 1,6 p.p. no trimestre e 7,0 p.p. no ano. A população subutilizada (24,3 milhões de pessoas) caiu 6,9% (-1,8 milhões) no trimestre e 24,0% (-7,7 milhões) no ano.

Já a população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (6,5 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 17,1% (-1,3 milhão de pessoas) no ano.

A população fora da força de trabalho (64,7 milhões de pessoas) permaneceu estável ante o trimestre anterior e recuou 2,8% (menos 1,9 milhões) na comparação anual.

A população desalentada (4,2 milhões de pessoas) caiu 5,0% em relação ao trimestre anterior (menos 221 mil pessoas) e 19,8% (menos 1,0 milhão de pessoas) na comparação anual. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (3,7%) caiu 0,2 p.p. frente ao trimestre anterior e 1,0 p.p. frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

No trimestre móvel de maio a julho de 2022, a força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), foi estimada em 108,5 milhões de pessoas, com alta de 0,6% (687 mil pessoas) frente ao trimestre de fevereiro a abril e de 3,3% (3,5 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2021. Foi o maior contingente de pessoas na força de trabalho da série histórica da pesquisa.

Frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento nos seguintes grupamentos de atividades: Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,7%, ou mais 692 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9%, ou mais 648 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Ante o trimestre encerrado em julho de 2021, houve alta em: Indústria Geral (8,2%, ou mais 966 mil pessoas), Construção (7,4%, ou mais 516 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (13,2%, ou mais 2,2 milhões de pessoas), Transporte, armazenagem e correio (9,1%, ou mais 430 mil pessoas), Alojamento e alimentação (19,7%, ou mais 894 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,8%, ou mais 426 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (6,9%, ou mais 1,1 milhão de pessoas), Outros serviços (21,3%, ou mais 913 mil pessoas) e Serviços domésticos (13,8%, ou mais 711 mil pessoas). Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único grupamento que não apresentou variação significativa.

Quanto ao rendimento médio real habitual (R$2.693), frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento em Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,2%, ou mais R$ 70) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,1%, ou mais R$ 78). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Entre as posições na ocupação, ante o trimestre anterior encerrado em julho de 2021, o único aumento com variação significativa foi o de Trabalhadores domésticos (2,7%, ou mais R$ 27).

O Banco Central (BC) informou que o setor público registrou superávit primário de R$ 20,440 bilhões em julho, ante estimativa de R$ 22,2 bilhões.

O relatório destaca que a dívida líquida do setor público ficou em 57,3% do PIB em julho de 57,8% e junho.

Também informa que o referido número de julho se dá em relação ao déficit de R$ 10,3 bilhões em julho de 2021.

No Governo Central e nos governos regionais, houve superávits respectivos de R$ 20,0 bilhões e de R$ 1,8 bilhão, e nas empresas estatais, déficit de R$ 1,3 bilhão no mês.

O fluxo cambial total, registrado na semana encerrada em 26 de agosto, ficou negativo em US$ 932 milhões, de acordo com dados do Banco Central, divulgados nesta quarta-feira (31). Isto é resultado de entrada de US$ 316 milhões pela conta financeira e saída de US$ 1,247 bilhão pela conta comercial.

Segundo o BC, no acumulado de agosto, até a semana passada, o fluxo também ficou negativo, mas em US$ 1,009 bilhão. Houve, no período, fluxo financeiro negativo de US$ 76 milhões e fluxo comercial negativo de US$ 934 milhões.

Ainda em indicadores, o Índice de Confiança Empresarial, da FGV, subiu 2,2 pontos em agosto, para 100,7 pontos, maior nível desde agosto de 2021 (102,5).

Os mercados externos começaram o dia sem direção definida, mas depois seguiram negativos. As atenções seguiram voltadas para os dados econômicos dos EUA, que podem alterar expectativas quanto à subida de juros por lá.

Até aqui, o mercado se divide entre alta de 0,50 e 0,75 ponto porcentual na Super Quarta de 21 de setembro (além dos EUA, Brasil também define a nova taxa de juros no mesmo dia).

 

Calendário Econômico:

Quinta-feira (1º)

Brasil

FGV: IPC-S (semanal)

IBGE: PIB (2° tri.)

S&P Global: Índice PMI da indústria de transformação (ago)

Secex: Balança comercial mensal (ago)

Alemanha

Índice PMI S&P Global da indústria de transformação (ago) – final

Área do Euro

Índice PMI S&P Global da indústria de transformação (ago) – final

Reino Unido

Índice PMI S&P Global da indústria de transformação (ago) – final

EUA

Pedidos de auxílio desemprego (semanal)

Índice ISM da indústria de transformação (ago)

Sexta-feira (2)

Brasil

FIPE: IPC (mensal) (ago)

IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (jul)

Emplacamentos de veículos (ago)

EUA

Variação na folha de pagamentos (ago)

Taxa de desemprego (ago)

Relatório de Emprego (criação de vagas)

 

 

Fontes: infomoney, queroinvestir, investing, start, e-investidor

 

 

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