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Boletim Econômico: 2 de setembro de 2022

Por Reinaldo Cafeo
(Atualizado em 02/09/2022 - 8h39)
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Mercado Cambial:

Abaixo a cotação de fechamento diário do Dólar comercial de venda:

  • Segunda-feira (29): -0,88%, a R$ 5,0334
  • Terça-feira (30): +1,58%, a R$ 5,1130
  • Quarta-feira (31): +1,73%, a R$ 5,2015
  • Quinta-feira (1): +0,71%, a R$ 5,2383
  • Semana: +3,14%

 

Mercado Acionário:

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • Segunda-feira (29): +0,02%, aos 112.323 pontos
  • Terça-feira (30): -1,68%, aos 110.430 pontos
  • Quarta-feira (01): -0,82%, aos 109.522 pontos
  • Quinta-feira (02): +0,81%, aos 110.405 pontos

dólar fechou, no primeiro pregão do mês, em alta de 0,71%, a R$ 5,2383. Durante o dia a moeda norte-americana variou entre a mínima de R$ 5,1480 e a máxima de R$ 5,2572.

Ibovespa recuperou o fôlego já no fim do dia e fechou na máxima, em 110.405 pontos, tendo uma alta de 0,81%. A mínima registrada no dia foi de 108.217 pontos e o volume negociado no dia foi de R$ 28,4 bilhões.

O destaque da quinta-feira (1) ficou por conta do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que avançou 1,2% frente ao trimestre anterior, acima da projeção de 1%. Na comparação como 2TRI21, a alta é de 3,2%.

É o quarto resultado positivo consecutivo do PIB, após recuo de 0,3% no segundo trimestre do ano passado. O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,404 trilhões em valores correntes.

O setor terciário (comércio e serviços), que responde por 70% da economia, avançou 1,3% no período. A indústria, 2,2%. E a agropecuária, 0,5%.

Com isso, a atividade econômica está 3% acima do patamar pré-pandemia, registrado no quarto trimestre de 2019, e atinge o segundo patamar mais alto da série, atrás apenas do alcançado no primeiro trimestre de 2014.

No dia anterior, a Pnad apontou que a taxa de desocupação do trimestre de maio a julho de 2022 recuou de 9,3% para 9,1% na comparação com o trimestre finalizado em junho.

Ainda na quarta (31), outra boa notícia econômica foi o resultado fiscal do setor público, que engloba Governo Central, estatais e governos regionais, que registrou superávit primário de R$ 20,4440 bilhões em julho, com queda nos gastos e aumento das receitas, e redução da dívida pública. Foi divulgada a inflação semanal do IPC-S, da FGV, com deflação de 0,57%.

Os mercados globais seguiram pressionados pela expectativa de uma alta de juros de 0,75 ponto porcentual pelo Federal Reserve (Fed) em 21 de setembro. Porém, houve uma recuperação no fim do dia, ao menos nos Estados Unidos.

Sobre o mercado de trabalho americano, foram divulgados os novos pedidos de seguro-desemprego, que caíram a 232 mil, ante expectativa de 245 mil.

Os mercados também reagiram a novos lockdowns na China, dentro de sua política de Covid zero.

Já a Europa operou sob o risco de um apagão de gás. A Rússia cortou por três dias o fornecimento do gasoduto Nord Stream, crucial para a região, sob o pretexto de manutenção. No entanto, analistas levantam a hipótese de um corte permanente, como retaliação às sanções impostas pela Europa à Rússia devido à guerra na Ucrânia.

Os Índices dos Gerentes de Compras na zona do euro, o PMI industrial caiu para 49,6 pontos, de 49,8 em julho, sedo o menor desde junho de 2020.

Na China, o indicador entrou em nível de contração, indo de 50,4 para 49,5 pontos. Vale dizer que, para o PMIs, números acima de 50 indicam crescimento da atividade e, números menores, retração. Hoje ainda saem os resultados para EUA e Brasil.

O petróleo o e minério de ferro reagem negativamente ao noticiário de desaceleração da atividade global.

 

Calendário Econômico:

Sexta-feira (02)

Brasil

FIPE: IPC (mensal) (ago)

IBGE: Pesquisa Industrial Mensal (jul)

Emplacamentos de veículos (ago)

EUA

Variação na folha de pagamentos (ago)

Taxa de desemprego (ago)

Relatório de Emprego (criação de vagas)

 

Fontes: infomoney, queroinvestir, investing, start, e-investidor