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'Não, Não Olhe!': filme estreia nos cinemas como melhor terror do ano

O temmais.com foi a convite da Universal Pictures conferir a pré-estreia exclusiva de mais uma produção de Jordan Peele

Por Redação
(Atualizado em 25/08/2022 - 16h29)
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Nesta quinta-feira (25), chega aos cinemas o filme “Não, Não Olhe”, mais uma obra de Jordan Peele. O diretor e roteirista conta apenas com três filmes em sua carreira, mas logo na primeira produção, o filme “Get Out!” (“Corra!” em tradução livre), levou o Oscar de Melhor Roteiro Original em 2018. Assim como os dois primeiros filmes de Peele, “Get Out!” (2017) e “Us” (2019), o filme “Não, Não Olhe!” não decepciona e já é considerado o melhor filme de terror de 2022.

O temmais.com conferiu a pré-estreia exclusiva do filme a convite da Universal Pictures junto com outros influencers no JK Iguatemi, em São Paulo, e trouxe as primeiras impressões sem spoilers.

A trama acompanha os irmãos Haywoods, interpretados por Daniel Kaluuya e Keke Palmer, que comandam o rancho da família, criando e treinando cavalos para filmes hollywoodianos após a morte misteriosa do pai. Ainda durante o período de luto e passando por dificuldades financeiras, os irmãos enxergam uma figura enigmática no céu e acreditam ser a chance de finalmente mudar de vida.

Filme é uma Jordan Peele (Foto: Divulgação)

“Não, Não Olhe!” é mais uma das obras de Jordan Peele que te deixa apreensivo, ansioso e contém várias reviravoltas que “alugam um tríplex na sua cabeça”.

Ao longo do filme, acompanhamos algumas sequências que mostram a gravação de uma sitcom, aqueles seriados de comédia típico americano, na qual o protagonista é um chimpanzé que interage com humanos, como se fosse parte da família, quase como um pet de estimação. Essa história paralela é um ponto-chave do filme, liga uma história com a outra, mas ao mesmo tempo faz parecer que são dois filmes em um só.

Mesmo após acabar, o longa faz com que você continue pensando na história, em referências citadas, se perguntando se perdeu alguma coisa e refletindo sobre alguns pontos importantes.

Com características de produções da década de 1970 e explorando o gênero de terror alienígena já esquecido, Jordan Peele é brilhante em construir uma narrativa diferente das outras produções. Ele não coloca em pauta a ligação da trama com o racismo, o que pode decepcionar alguns fãs do autor, mas compensa com personagens carismáticos, transformando toda tensão em um resultado de qualidade impecável com fotografia, roteiro e efeitos surpreendentes.

(Com colaboração de Ane Gomes)

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