Região:

min

max

Anuncie aqui

Hubble flagra 'nuvens celestiais' e estrela vermelha supergigante

Foto publicada em conjunto pela Nasa e a Agência Espacial Europeia mostra a região da Nebulosa de Órion em torno do objeto Herbig-Haro HH 505, a cerca de 1.000 anos-luz da Terra.

Por Redação
(Atualizado em 15/08/2022 - 17h18)
Compartilhar

O telescópio espacial Hubble, conhecido como o “primo mais velho” do supertelescópio James Webb, capturou uma imagem de uma estrutura espacial cintilante e colorida e também novos dados sobre a história cósmica de uma estrela supergigante.

A foto publicada em conjunto pela Nasa e a Agência Espacial Europeia mostra a região da Nebulosa de Órion (um local de formação de estrelas) em torno do objeto Herbig-Haro HH 505, a cerca de 1.000 anos-luz da Terra.

A agência espacial norte-americana explica que essas são regiões de nebulosidade associadas a estrelas recém-nascidas. Elas são formadas quando ventos estelares ou jatos de gás expelidos dessas estrelas formam ondas de choque que colidem com gás e poeira a altíssimas velocidades.

“Esses ventos expelidos são visíveis como estruturas curvilíneas graciosas na parte superior e inferior desta imagem. Sua interação com o fluxo em grande escala de gás e poeira do núcleo da nebulosa os distorce em curvas sinuosas”, explica a Nasa.

Estrela supergigante

Nesta mesma semana, depois de analisar dados científicos do Hubble e de vários outros observatórios, um grupo de astrônomos também revelou que a estrela supergigante vermelha Betelgeuse, uma das maiores estrelas já conhecidas, produziu uma gigantesca explosão cerca de 400 bilhões de vezes maior que emissões do tipo provocadas pela nossa estrela, o Sol.

Hubble flagra 'nuvens celestiais' e estrela vermelha supergigante. (Foto: Nasa/Divulgação)
(Foto: Nasa/Divulgação)

Nesse processo, a estrela perdeu uma parte substancial de sua superfície, produzindo uma gigantesca ejeção de massa várias vezes maior que o tamanho da nossa Lua, segundo revelou a Nasa.

A Nasa explica que isso é “algo nunca antes visto no comportamento de uma estrela normal” e que a supergigante vermelha que fica a cerca de 530 anos-luz da Terra ainda está se recuperando lentamente dessa “reviravolta catastrófica”.

Os comentários estão desativados.